quartoquarto são João Vidigueira na voz (Solipso), Luís Lucena nas melodias (Lydia’s Sleep, SAUR), Diogo Sousa nos ritmos (Moullinex, Mike El Nite, Lydia’s Sleep) e João Abelaira nas texturas (Heats, Miss Titan). Com os singles “três” e “a gosto” lançaram a expetativa sobre uma nova sonoridade pop a surgir no panorama nacional. Depois de terem chamado a atenção nos Novos Talentos Fnac, preparam o primeiro longa-duração, “antes depois”.
Tipologia: Cartaz
Miguel Calhaz
Músico freelancer, cantautor e contrabaixista, lançou recentemente o seu álbum de estreia a solo “Estas Palavras”. Mantém projetos musicais nas áreas do jazz, da world music e da música oortuguesa, entre como Trilhos – Novos caminhos da Guitarra Portuguesa, Contracorrente e Latin Groove. Participou em espetáculos de tributo a Zeca Afonso, Sérgio Godinho e Fausto com as formações “Os Cantautores” e “Emboscadas”. Foi músico convidado da formação “Danças Ocultas” e do cantautor Zeca Medeiros.
Zeca Medeiros
Zeca Medeiros oferece temas onde se reconhece uma semântica muito própria, demonstrando toda a sua estética, diversidade e complementaridade deste ator, músico e compositor. “Aprendiz de Feiticeiro, Imagens e Canções” é o seu mais recente trabalho. O espetáculo é uma mistura de sensações onde se oferece ao espectador uma viagem pelos mais de 40 anos de carreira do artista.
Sean Riley & The Slowriders
Em 2007, “Farewell” projetou Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas em Portugal. Ao sucesso do primeiro trabalho, a banda respondeu com um inspirado “Only Time Will Tell”, aclamado pela crítica e sustentado com grandes prestações ao vivo. Seguiu-se “It’s Been A Long Night”, um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico. Depois de três anos afastados dos palcos, Sean Riley & The Slowriders regressaram com um álbum homónimo: “Dili”. “Greetings” e “Gipsy Eyes” são os singles de apresentação.
PAUS
PAUS continuam a ser Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria. Um baixo, teclados e uma bateria siamesa ainda são as ferramentas do seu ofício. Um ofício que foi mudando desde que, pela primeira vez, nos deram a beber da sua música. As canções destes quatro nunca foram bem canções, sempre foram vontades de estar em sítios estranhos, desafiantes, com cor e horizontes largos. Oito anos, três LPs, dois EPs, várias tours internacionais depois, a viagem levou-os à Madeira. “Madeira” é o som dos PAUS a apaixonarem-se pelas cores e pelas pessoas que fazem a ilha.
Cais Sodré Funk Connection
Nascidos no coração do bairro boémio que lhes dá o nome e apaixonados pelo funk e a soul, os Cais do Sodré Funk Connection recriam o som e o ambiente dos clássicos da Motown, Stax, Chess Records e outras editoras míticas das décadas de 60 e 70, com a energia de uma verdadeira celebração. É uma viagem pela história da música negra recriando, ao vivo, através de uma banda de nove elementos, alguns dos mais soulful e enérgicos momentos alguma vez gravados em vinil. James Brown, Otis Redding, Etta James, King Curtis ou Ray Charles soam aqui no palco tão poderosos como os originais.
Conan Osiris
Conan Osiris é compositor, produtor e autor de um estilo musical que é a música normal. “Música normal é qualquer música que dê pra ser absorvida por um ser vivo. Música normal é uma música que dá para o que a pessoa quiser: rir, chorar, dançar, viajar, tomar banho.” Conan Osiris é Tiago Miranda. Nasce no mesmo dia que Hayao Miyazaki e canta não só em japonês, mas também mostra que em cada passo de dança há uma nota musical. O “rapaz do futuro” faz a música normal, produzida, criada, pensada e mais falada do momento.
Colorau Som Sistema
Duo de melómanos formados das cinzas do programa de world music “Artesanato Sonoro” na Rádio Universidade de Coimbra. Selecionadores das mais raras e improváveis peças musicais direcionadas para as pistas de dança e provenientes dos lugares mais recônditos do planeta. Esperam-se sons de todas as cores e ritmos com sabor a especiarias exóticas numa fusão onde a única certeza na pista de dança é uma clara noção de groove. Fazem-se visitas uplifting ao Brasil, Angola, Nigéria, Colômbia, Cabo Verde, Índia ou Jamaica em discos recentes e antigos.
Orquestra de Foles
A Orquestra de Foles é um projeto musical da Associação Gaita-de-Foles, uma formação composta por instrumentos tradicionais onde se incluem um punhado de gaitas e uma mão cheia de percussões. Jogando com ritmos improváveis, arranjos arrojados e repertório diversificado, é um grupo capaz de, com um sopro, levar a gaita-de-foles ao lugar de destaque que merece. A Orquestra de Foles inventa, assim, a sua identidade musical, integrando temas tradicionais e composições originais, técnicas antigas e arranjos contemporâneos.
Douradas Espigas
Fundado em 2007, o grupo coral Douradas Espigas de Albernôa interpreta o cante alentejano.