Mão Morta

Passados 25 anos sobre a edição de Mutantes S21, os Mão Morta apresentam um concerto de celebração desse álbum que trouxe a banda para a ribalta da música portuguesa. Serão apresentados em concerto todos os temas do álbum, incluindo 3 nunca tocados ao vivo e outros 6 seleccionados pela banda, tendo por base letras que remetem para ambientes urbanos, relatando histórias de cidades. Um evento que vai muito para além da reposição nostálgica e coloca em evidência a capacidade de reinvenção dos Mão Morta.

Né Ladeiras

Personalidade icónica da música portuguesa, Né Ladeiras rejeita todos os rótulos e partilha o seu talento apenas quando sente ter algo de novo a dizer. É de um desses longos silêncios que nascem o novo disco e o novo espectáculo de Né. “Outras Vidas” constitui uma viagem por todas as mulheres que já foi e que formaram a que agora afirma: “sinto vontade de chorar e no entanto sei que jamais fui assim tão feliz”. O seu som é, ao mesmo tempo, tradicional e urbano, com um olho na tradição e o outro no futuro, guiado por essa voz cristalina que nos enfeitiça desde os tempos da Brigada Victor Jara.

Sam U

Nos últimos anos, Samuel, mais conhecido por Sam U, integrou a agência Prime Music, e é um dos artistas residentes do seu projecto de maior destaque: o Ballroom. Definiu desde cedo o gosto pelo house e tudo o que advém da música electrónica de qualidade. Teve oportunidade de actuar em vários clubes e de integrar cartazes de grandes eventos, permitindo-lhe partilhar a cabine e acompanhar vários artistas nacionais e internacionais de renome.

Beatdizorder

Apaixonado pela música, na qual se envolveu activamente há mais de 15 anos, já percorreu por ela parte da Europa, incluindo como parte integrante da produção do Ballroom. Na cabine, as sonoridades flutuam de forma astuta, num espectro que abrange o disco, o funk, o house e o techno.

Zé Nuno

Zé Nuno é uma das caras da agência/produtora Prime Music e do seu projecto Ballroom. Assume-se como um divulgador de música através do seu trabalho como DJ e do envolvimento na produção de eventos. O fascínio pelo DJing e, também, uma busca constante pelo conhecimento ao nível da técnica e selecção, acabaram por lhe amadurecer o gosto pelo house e techno nas suas vertentes mais underground.

Moços da Vila

Os Moços da Vila nasceram em 2014, ao preparar uma atuação na festa de Natal da escola, no 6ª ano. Após o sucesso dessa performance, continuaram a ensaiar o cante alentejano e apresentaram-se publicamente em mais duas ocasiões, ainda no âmbito escolar. O nome surgiu então, com as origens e a juventude bem sublinhadas. Ao bom espírito indie, os ensaios decorrem na casa de alguns dos elementos do grupo. Com muita determinação, estes moços fazem-se.

Joana Barra Vaz

O primeiro longa duração de Joana Barra Vaz, editado em 2016 pela Bi-Du-Á, recebeu as melhores críticas da imprensa especializada, tendo figurado no topo de várias listas de melhores discos do ano. “Mergulho em Loba” existe num universo entre o folk e a electrónica e constitui uma viagem sonora com canções em suites, convidando o ouvinte a fazer esse percurso e a sentir a urgência de chegar ao fim com uma resposta na ponta da língua ou no embalo da dança. O sucessor do EP “Passeio Pelo Trilho” (2012) conta com a participação de vários músicos nacionais e ainda de Selma Uamusse, no tema “Tanto Faz”.

Sonoscopia

“Phobos, orquestra robótica disfuncional” é composta por um conjunto de pequenas máquinas e dispositivos de geração automática de música que formam uma orquestra de estranhos instrumentos com defeitos, mutações genéticas e comportamentos errantes. Representa uma crítica da sobreposição tecnológica ao pensamento humano, da função do trabalho e das modernas formas de escravidão, fazendo também uma retrospetiva histórica das várias tentativas de libertação humana.

JUNGLE RED

JUNGLE RED ou DER ELGNUJ, um argumento ornitológico (título provisório) é uma experiência prévia de um projecto futuro. O seu pressuposto assenta na ideia de transmissão autoral, a sua apropriação e ressignificação. Conta com a participação de diversas pessoas para transmitirem à autora um minuto de uma ideia, sequência de movimento, imagem em movimento ou cénica, um universo sonoro, que serão posteriormente transformadas em algo seu, do seu corpo, com um tempo e características outras, fazendo o todo da composição coreográfica.

Captain Boy

Captain Boy (nome inspirado numa história de Júlio Verne) é o alter ego de Pedro Ribeiro, vagabundo com voz rouca e guitarra a tiracolo que canta histórias que transcendem o tempo. A sua sonoridade ferrugenta leva-nos a bordo de um barco imaginário e, tal como o mar, Captain Boy é imprevisível, transformando todos os concertos numa viagem distinta. O primeiro artista a ser escolhido para abrir o palco EDP do Festival Super Bock Super Rock, em Julho de 2015, acaba de lançar o seu primeiro álbum, “1”. Um disco sobre fragilidades, do qual “Sailorman” é o primeiro avanço