Palco Garagem

Mediante inscrição diária, qualquer pessoa ou agrupamento pode mostrar o seu talento. O Festival disponibiliza gratuitamente o palco, as condições técnicas e a possibilidade de tocar para um número considerável de pessoas.

Este palco é uma oportunidade única para projectos originais se estrearem, testarem a receptividade do público e de agentes mas, sobretudo, para celebrar a música, num ambiente festivo e descontraído.

Aqui as músicas são para todos e o Palco Garagem é de quem o apanhar.

Criaturas do Bestiário Português

Oficina de expressão plástica sobre a temática das Criaturas do Bestiário Tradicional Português. Para que serviam estas criaturas? Que medos ou perigos estão associados a elas?

Sacro

“O que nos move? Como nos movemos? E para onde nos movemos?” Estão são as questões fundamentais de Sacro, que procuram uma resposta através de uma pesquisa que explora o mecanismo de caminhar e do movimento respiratório no corpo humano. No sentido lato da palavra “mover”, esta peça foca-se na forma como caminhamos, avançamos e recuamos hoje em dia e nas relações que o corpo humano espelha com os seus antepassados e que fabulações ou projeções fazemos com o futuro.

Como ilustrar bandas imaginárias?

As ilustrações do Festival de Bandas Imaginárias, da autoria de Cat Serafim, servem de base para uma oficina de ilustração em que o objetivo é trabalhar com os festivaleiros para que eles possam, através de dinâmicas descontraídas, construir as suas próprias bandas imaginárias.

Jogo do Burro

No Jogo do Burro – inspirado nos clássicos jogos de tabuleiro – crianças e jovens com idades compreendidas entre os 10 e 17 anos aprendem conceitos relacionados com o bem-estar, nutrição, biologia e maneio dos burros. De uma forma interativa os participantes são convidados a responder a questões de diversas categorias, o que permitirá estimular o seu raciocínio e conhecimento sobre esta espécie e, especificamente, sobre a raça asinina de Miranda.

Cantadores de Paris, Autópsia de Uma Montagem

As canções viajam seguramente, viajam carregando o seu código genético, aquilo de que falam, de onde vêm, o que são. Trazem com elas paisagens, natureza, harmonias e melodias. Há canções que carregam a fome, o trabalho árduo, a força da vida e o suor de sol a sol. Outras lamentam o casamento e avisam amantes. Todas elas são partilhas e, em todas elas, podemos sentir culturas e formas de vida. As canções mesmo em diferentes línguas são universais no que embalam, no que sonham.
Em Paris criou-se um grupo de Cante Alentejano formado por pessoas que não são portuguesas e que não conhecem o Alentejo e a pergunta faz-se: Como se pode cantar uma cultura que não se conhece?
Depois de um período longo de idas e voltas a Paris e ao Alentejo, Tiago Pereira partilha o ato criativo de edição das dezenas de horas gravadas. Serão 50 minutos com sequências e ideias de montagem do filme que vai estrear em Novembro.

Música para Crianças

As manhãs do BONS SONS são dedicadas aos mais novos e às suas famílias, com programação específica, em parceria com as escolas de música do concelho. Disponível em 3 sessões, o Armazém recebe as crianças até aos 6 anos acompanhadas dos pais para darem os primeiros passos na procura de bons sons.

Música para Futuras Mamãs

Dinamizada pela Canto Firme Tomar, haverá uma sessão dedicada a grávidas para estimular, com sons e música, o desenvolvimento do bebe. A sonoridade da música pode ser um dos primeiros contactos com a linguagem e os bebés percebem a mudança de ritmo, tom e velocidade do que é cantado ou transmitido.

Cascas d’OvO

“Cascas d’OvO” nasceu da necessidade de explorar uma comunicação telepática, sobre-humana, enquanto expoente máximo da conexão relacional de um casal, oferecendo a experiência de uma nova dimensão de diálogo, onde se repensam as relações sociais e as suas formas de expressão: o teatro como microcosmo da sociedade que submerge o público no silêncio e na música de corpos que comunicam.
Peça distinguida como Priority Company 2014 pela rede europeia Aerowaves.

JUNGLE RED

JUNGLE RED ou DER ELGNUJ, um argumento ornitológico (título provisório) é uma experiência prévia de um projecto futuro. O seu pressuposto assenta na ideia de transmissão autoral, a sua apropriação e ressignificação. Conta com a participação de diversas pessoas para transmitirem à autora um minuto de uma ideia, sequência de movimento, imagem em movimento ou cénica, um universo sonoro, que serão posteriormente transformadas em algo seu, do seu corpo, com um tempo e características outras, fazendo o todo da composição coreográfica.