As manhãs do BONS SONS são dedicadas aos mais novos e às suas famílias, com programação específica, organizada pela Canto Firme de Tomar. Disponível em duas sessões, uma às 10:00 e outra às 11:00, o Armazém recebe as crianças até aos 6 anos acompanhadas dos pais para darem os primeiros passos na procura de bons sons.
Tipologia: Atividades
Jogos do Helder
Feitos de materiais tão simples como madeira ou corda, os Jogos do Helder usam apenas a energia mais acessível do mundo: a humana. Os jogos, muitos de inspiração medieval, são construídos pelo próprio Helder, e famosos por terem a notável capacidade de divertir pessoas de todas as idades.
A aula do Burro
Pelas mãos da AEPGA, pode-se conhecer melhor o Burro e a sua história. Gostar destes simpáticos animais passa por saber mais sobre as suas características e os seus hábitos, a sua forma de pensar e agir. Além dos cuidados e tratamento do animal, também se vai poder aprender mais sobre os valores culturais e naturais do Planalto Mirandês.
Orquestra Tradicional
Ao início da tarde, juntam-se os mais novos para fazerem parte da orquestra de instrumentos tradicionais. É uma oportunidade para experimentar um instrumento diferente e para sentir novas dimensões da música, com uma amplitude orquestral. O ensaio será guiado por Pedro Sousa, da Canto Firme de Tomar.
Palco Garagem
Mediante inscrição diária, qualquer pessoa ou agrupamento pode mostrar o seu talento. O Festival disponibiliza gratuitamente o palco, as condições técnicas e a possibilidade de tocar para um número considerável de pessoas.
Este palco é uma oportunidade única para projectos originais se estrearem, testarem a receptividade do público e de agentes mas, sobretudo, para celebrar a música, num ambiente festivo e descontraído.
Aqui as músicas são para todos e o Palco Garagem é de quem o apanhar.
Vem Tocar Baterias
Esta oficina pretende desenvolver a criatividade musical dos participantes e construir instrumentos de percussão com materiais recicláveis, sendo estes divididos por três categorias: graves (bombos ou tambores), médios (caixas ou blocos) e agudos (shakers ou maracas) – o “esqueleto” de uma bateria. A sessão é conduzida por Nuno Sarafa, baterista e percussionista.
Outro em mim que eu ignoro
Um corpo que pretende explorar e perceber tudo aquilo que ignora, algo que desconhece, procurando uma outra densidade paralela. Um debate sobre o próprio corpo, sobre as suas características, sobre a personalidade que o veste, aspetos que pretenderia esquecer, ocultar, e que, contudo, perduram e incontrolavelmente emergem, expondo-se paradoxalmente a uma larga escala, que quem convive com esse corpo deliberadamente conserva. Um breve estudo sobre o Homem e o meio social, numa microescala, sem esquecer parte do que somos.
Burroteca
Um Burro carregado de livros é uma biblioteca itinerante que tem o burro como parceiro activo na divulgação da cultura, uma vez que é ele quem transporta os livros. Esta biblioteca itinerante é ainda acompanhada por um contador de histórias que através da cumplicidade criada com os seus ouvintes, os desperta para o mundo do imaginário, fazendo-os viajar pelas palavras, pelos gestos, sons e emoções.
Passeio com Burros
A Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA), propõe a realização de passeios com os burros à descoberta da natureza local, circundante a Cem Soldos. Mais do que um meio de transporte, o burro é um companheiro de viagem e, a passo moderado, é com grande facilidade que se estabelece uma relação de amizade.
Elogio da desordem
Joana Sá apresenta “Elogio da desordem”, um monólogo interior para piano semi-preparado, acompanhado por instalação de campainhas e sirenes, toy piano, caixas de ruído, mini-amplificadores, voz e electrónica.
Aproximando-se do teatro instrumental, a pianista procura um discurso musical no qual irrompe ocasionalmente a palavra com textos de Gonçalo M. Tavares. Ultrapassando os limites de uma pianista, Joana Sá apresenta uma performance musical com coreografia de acções – música para ver, ouvir e pensar.