S. Pedro é o alter-ego de Pedro Pode, ex-homem forte dos Doismileoito que faz agora a sua estreia a solo. As várias ideias soltas à espera de serem concretizadas e gravadas, que o impediam de seguir em frente, levaram S. Pedro a construir um estúdio analógico onde foi gravando, com tempo, em fita magnética, aperfeiçoando arranjos, acrescentando instrumentos e convidando amigos para colaborarem. Assim nasceu o disco “O Fim”, uma coleção de canções de métrica redonda e recorte clássico, pop inteligente, afinada e ambiciosa. Histórias quotidianas, letras que nos fazem sorrir e versos que ficam a ressoar.
Edição: 2018
Norberto Lobo
Ao longo de 2017, Norberto Lobo esteve em residência artística na Galeria Zé dos Bois com Ricardo Jacinto (violoncelo), Marco Franco (bateria) e Yaw Tembe (trompete) a desenvolver o que se tornou o seu mais recente álbum, “Estrela”. A receita em quarteto é uma solução que traz uma vida nova à música de Norberto Lobo, permitindo que as suas ideias se soltem e transpirem uma curiosidade revitalizada com uma requintada aproximação ao muzak, via o bebop que saltou para a década de 1950, um Ennio Morricone clássico ou John Zorn na sua formação The Dreamers enriquecido pela bossa nova.
Tomara
Filipe Monteiro aprendeu muito novo a tocar piano, órgão e guitarra. Depois de experiências em bandas de garagem, integrou os Atomic Bees que editaram um único registo. Rita Redshoes, do grupo, seguiu carreira a solo e Filipe Monteiro acompanhou-a. No domínio do audiovisual, trabalhou com nomes como Da Weasel, The Legendary Tigerman, David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo e Márcia, sem nunca deixar de trabalhar como músico, arranjador e produtor. Tomara é um passo em frente. Trata-se da primeira obra em nome próprio, uma nova aventura sob um alterego.
João Afonso
Autor e intérprete, João Afonso teve um primeiro momento de visibilidade quando, juntamente com José Mário Branco e Amélia Muge, apresentou o projeto “Maio Maduro Maio”, com versões de canções de Zeca Afonso, o seu tio. A solo estreou-se em disco com “Missangas” (1997), seguindo-se “Barco Voador” (1999), “Zanzibar” (2002), “Outra Vida” (2006), “Um Redondo Vocábulo” (2009) e “Sangue Bom” (2014), este último com música da sua autoria para poemas inéditos de Mia Couto e José Eduardo Agualusa. Em 2018, para além da participação no Festival da Canção, prepara um novo disco a partir da obra de José Afonso.
Jogo do Burro
No Jogo do Burro – inspirado nos clássicos jogos de tabuleiro – crianças e jovens com idades compreendidas entre os 10 e 17 anos aprendem conceitos relacionados com o bem-estar, nutrição, biologia e maneio dos burros. De uma forma interativa os participantes são convidados a responder a questões de diversas categorias, o que permitirá estimular o seu raciocínio e conhecimento sobre esta espécie e, especificamente, sobre a raça asinina de Miranda.
Passeio com o Burro
A Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA), propõe a realização de passeios com os burros à descoberta da natureza local, circundante a Cem Soldos. Mais do que um meio de transporte, o burro é um companheiro de viagem e, a passo moderado, é com grande facilidade que se estabelece uma relação de amizade.
Burros de Miranda
O Burro de Miranda teve, durante muito tempo, um enorme valor e utilidade como animal de apoio aos trabalhos agrícolas. Atualmente, devido aos avanços da tecnologia e ao êxodo rural, é importante encontrar outras formas de garantir a conservação deste simpático animal. No BONS SONS, o Burro Mirandês vai estar disponível para passeios, em diferentes ritmos, para crianças e adultos, promovendo o contacto com a espécie. Além disso, a Aula do Burro vai dar a conhecer as características e hábitos da raça, bem como promover os valores culturais e naturais do Planalto Mirandês.
Aula do Burro
Pelas mãos da AEPGA, pode-se conhecer melhor o Burro e a sua história. Gostar destes simpáticos animais passa por saber mais sobre as suas características e os seus hábitos, a sua forma de pensar e agir. Além dos cuidados e tratamento do animal, também se vai poder aprender mais sobre os valores culturais e naturais do Planalto Mirandês.
Palco pra Bandas Imaginárias
O Festival de Bandas Imaginárias é um conjunto de textos e ilustrações sobre música que queremos expor. É como se juntássemos as nossas influências musicais numa centrifugadora e de lá saíssem estas bandas imaginárias, cada uma com características muito próprias, algo excêntricas e incomuns.
Jogos do Helder
Este ano, os Jogos do Hélder regressam com mais jogos e um circuito refrescante, com água, pela aldeia. Feitos de materiais tão simples como madeira ou corda, os Jogos do Hélder usam apenas a energia mais acessível do mundo: a humana. Os jogos, muitos de inspiração medieval, são construídos pelo próprio Hélder, e famosos por terem a notável capacidade de divertir o público de todas as idades.