Sam U

Nos últimos anos, Samuel, mais conhecido por Sam U, integrou a agência Prime Music, e é um dos artistas residentes do seu projecto de maior destaque: o Ballroom. Definiu desde cedo o gosto pelo house e tudo o que advém da música electrónica de qualidade. Teve oportunidade de actuar em vários clubes e de integrar cartazes de grandes eventos, permitindo-lhe partilhar a cabine e acompanhar vários artistas nacionais e internacionais de renome.

Beatdizorder

Apaixonado pela música, na qual se envolveu activamente há mais de 15 anos, já percorreu por ela parte da Europa, incluindo como parte integrante da produção do Ballroom. Na cabine, as sonoridades flutuam de forma astuta, num espectro que abrange o disco, o funk, o house e o techno.

Zé Nuno

Zé Nuno é uma das caras da agência/produtora Prime Music e do seu projecto Ballroom. Assume-se como um divulgador de música através do seu trabalho como DJ e do envolvimento na produção de eventos. O fascínio pelo DJing e, também, uma busca constante pelo conhecimento ao nível da técnica e selecção, acabaram por lhe amadurecer o gosto pelo house e techno nas suas vertentes mais underground.

Moços da Vila

Os Moços da Vila nasceram em 2014, ao preparar uma atuação na festa de Natal da escola, no 6ª ano. Após o sucesso dessa performance, continuaram a ensaiar o cante alentejano e apresentaram-se publicamente em mais duas ocasiões, ainda no âmbito escolar. O nome surgiu então, com as origens e a juventude bem sublinhadas. Ao bom espírito indie, os ensaios decorrem na casa de alguns dos elementos do grupo. Com muita determinação, estes moços fazem-se.

Joana Barra Vaz

O primeiro longa duração de Joana Barra Vaz, editado em 2016 pela Bi-Du-Á, recebeu as melhores críticas da imprensa especializada, tendo figurado no topo de várias listas de melhores discos do ano. “Mergulho em Loba” existe num universo entre o folk e a electrónica e constitui uma viagem sonora com canções em suites, convidando o ouvinte a fazer esse percurso e a sentir a urgência de chegar ao fim com uma resposta na ponta da língua ou no embalo da dança. O sucessor do EP “Passeio Pelo Trilho” (2012) conta com a participação de vários músicos nacionais e ainda de Selma Uamusse, no tema “Tanto Faz”.

Sonoscopia

“Phobos, orquestra robótica disfuncional” é composta por um conjunto de pequenas máquinas e dispositivos de geração automática de música que formam uma orquestra de estranhos instrumentos com defeitos, mutações genéticas e comportamentos errantes. Representa uma crítica da sobreposição tecnológica ao pensamento humano, da função do trabalho e das modernas formas de escravidão, fazendo também uma retrospetiva histórica das várias tentativas de libertação humana.

JUNGLE RED

JUNGLE RED ou DER ELGNUJ, um argumento ornitológico (título provisório) é uma experiência prévia de um projecto futuro. O seu pressuposto assenta na ideia de transmissão autoral, a sua apropriação e ressignificação. Conta com a participação de diversas pessoas para transmitirem à autora um minuto de uma ideia, sequência de movimento, imagem em movimento ou cénica, um universo sonoro, que serão posteriormente transformadas em algo seu, do seu corpo, com um tempo e características outras, fazendo o todo da composição coreográfica.

Señoritas

“Acho que é meu dever não gostar” é o nome do disco de estreia das Señoritas, um dos novíssimos projectos da nova música portuguesa, formado por Mitó Mendes (A Naifa) e Sandra Baptista (A Naifa / Sitiados). Em 2015, as Señoritas criam uma nova identidade, partilhando o gosto comum de ensaiar, compor e tocar juntas, unindo voz, guitarra, baixo e acordeão a sets de programações. Deste trabalho nasceu um conjunto de canções, todas originais, em torno do universo feminino, tendencialmente urbano, onde, numa atmosfera densa e bem portuguesa, se canta a vida de forma crua e directa.

Les Saint Armand

Les Saint Armand são uma banda do Porto, formada em 2007. Têm nome francês mas compõem, escrevem e cantam em português. A sua música assume o carácter da música acústica, do folk e da canção de autor (coral), sendo reconhecida pela importância atribuída à palavra nas suas letras e pelas harmonias.  As influências são inúmeras e transversais (jazz, rock, pop, bossa nova). Os seus concertos possuem uma aura jovem e empática com os mais diversos tipos de públicos. Lançaram o seu primeiro EP oficial, “Nó”, em Novembro de 2016, numa edição de autor, e preparam o primeiro longa-duração para o início de 2018.

Cascas d’OvO

“Cascas d’OvO” nasceu da necessidade de explorar uma comunicação telepática, sobre-humana, enquanto expoente máximo da conexão relacional de um casal, oferecendo a experiência de uma nova dimensão de diálogo, onde se repensam as relações sociais e as suas formas de expressão: o teatro como microcosmo da sociedade que submerge o público no silêncio e na música de corpos que comunicam.
Peça distinguida como Priority Company 2014 pela rede europeia Aerowaves.