Esta banda independente nasceu em Coimbra, entre a paixão de Ricardo e Joana, a quem se juntou Henrique, um amigo de longa data, e tem-se afirmado junto do público e da crítica. Continuam a ser um projecto absolutamente descomprometido, onde o mais importante persiste: o amor e uma pop íntima, baseada em canções umas vezes alegres, outras tristes, consoante ditam os dias. Já este ano, lançaram o álbum “Let’s Pretend The World Has Stopped”.
Tipologia: Cartaz
Danças Ocultas & Orquestra Filarmonia das Beiras
Às quatro concertinas de Danças Ocultas junta-se António Vassalo Lourenço, maestro da Orquestra Filarmonia das Beiras e profundo conhecedor da música deste grupo, para uma iniciativa especial. Os arranjos para orquestra de cordas ampliam o que os originais já continham, dando novo corpo e dimensão às melodias, aos contrapontos e harmonias, explorados por este grupo de concertina. O álbum “Amplitude”, apresentado em conjunto, é a vontade de partilhar esta música com um público maior.
Best Youth
Este dueto de indie-pop com origem na cidade do Porto é formado por Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas. Conheceram-se na adolescência durante as férias de Verão, tornaram-se amigos e juntaram-se para tocar. “Highway Moon” é o álbum de estreia, que surge depois de algumas colaborações noutros projectos musicais, e conta já com rasgados elogios do público e da crítica especializada.
Kumpania Algazarra
Esta algazarra vagueia pelas músicas dos cinco continentes, transformando os sons em que toca numa festa ambulante, ao estilo das fanfarras europeias. Saltimbancos, filhos da estrada e do vento, músicos em folia permanente, as suas músicas formam um rendilhado de culturas, onde se ouvem sons balcânicos, árabes, latinos, africanos, o ska, o funk e o hiphop. Em 2015 editaram o 3º álbum de originais, “Acoustic Express”, com uma abordagem mais acústica e nómada.
Sensible Soccers
A sonoridade dos Sensible Soccers incorpora estéticas muito variadas. Sem esconderem o gosto pela melodia pop, fogem ao formato tradicional, optando maioritariamente por estruturas e arranjos em progressão. O seu primeiro registo data de 2011, ano em que também se estrearam nas vibrantes actuações ao vivo. Depois do primeiro álbum de originais, “8”, e de uma incursão performativa com a artista Laetitia Morais, editam em Março de 2016 o seu novo trabalho, “Villa Soledade”.
Cláudia Duarte
Presença regular no Incógnito, Casa Independente, Myriad by Sana, Musicbox (em dupla com Mr. Mitsuhirato) e Lux, Cláudia Duarte também costuma passar pelo Lounge e Sabotage. Autora do programa “Casa Cláudia” na Rádio Radar, mantém-se fiel à sua linha de música, trespassada pelo indie, new wave, synthpop, electro e neodisco.
D’Alva
Alex D’Alva Teixeira nasceu em 1990. Ben Monteiro em 1980. Há quase uma década a separá-los, mas a divisão acaba aí. A música que fazem juntos é agregadora. Prova disso mesmo são os espectáculos ao vivo da banda lisboeta com ADN muito próprio: tanto Alex como Ben cresceram na Grande Lisboa, mas são filhos de pai africano e mãe nascida no Brasil, respectivamente. Essa herança étnica e cultural transporta-se para palco com a liberdade e a energia próprias dos trópicos, cruzada com um forte espírito estético pop.
Trêsporcento
O indie-rock norteia o quinteto de Lisboa, afastado dos palcos desde março de 2014 e que marca o seu regresso em 2015. Quatro álbuns depois, as suas músicas continuam a colocar a palavra no centro da música com narrativas urbanas repletas de ritmos dançáveis, onde se reconhecem partes de cidades e, sobretudo, das vidas de quem lá vive.
Bruno Pernadas
How can we be joyful in a world full of knowledge é o projecto de estreia em nome próprio deste compositor-multi-instrumentista. Tem a virtude de conter dentro muitas músicas, muitas ideias que se cruzam e entrelaçam para nos oferecer algo de singular. Com Jazz de formação, Bruno Pernadas dá alma a um disco de quem ama discos. Música de quem ama música.
Nice Weather for Ducks
Estão na casa dos vintes e vêm dos arredores de Leiria. Desde “2012”, já lançaram o álbum para download gratuito “Quack”, abriram a compilação de Novos Talentos FNAC, actuaram no Mexefest e venceram o festival Monkey Week. Ressuscitaram o post-punk em pop-pandeireta com vozes em cor(o) e fazem canções que se colam ao cérebro como caramelos nos dentes.