Pega Monstro são duas irmãs lisboetas que começaram a tocar cedo, Maria com 15 e Júlia com 17, na banda Os Passos Em Volta. Enquanto duo, Maria assume a voz e a guitarra e Júlia a bateria. Trazem na bagagem afinidades aos sons do punk, rock e garage rock. “Alfarroba” é último álbum de originais editado em Portugal e no mercado internacional, e foi descrito como “tão juvenil e tão adulto quanto o rock’n’roll deve ser”. No final do ano passado, este registo recebeu o prémio “Disco do Ano”, atribuído pela revista Time Out, e marcou presença em diversas listas dos melhores álbuns de 2015, entre as quais a do jornal Expresso e da revista Blitz.
Tipologia: Cartaz
indignu [lat.]
Três anos depois da ópera-rock “Odyssea”, com a qual percorreram teatros e salas portuguesas de norte a sul, mas também com passagens por Espanha, França e Bélgica, o colectivo de Barcelos está de regresso aos discos. “Ophelia”, a nova viagem terá o primeiro avanço no final de Abril. No novo trabalho, o sexteto abre o véu para a temática da bipolaridade humana, lembrando ao mesmo tempo que as maiores e mais desconcertantes viagens ocorrem, na maior parte das vezes, dentro de nós.
Birds are Indie
Esta banda independente nasceu em Coimbra, entre a paixão de Ricardo e Joana, a quem se juntou Henrique, um amigo de longa data, e tem-se afirmado junto do público e da crítica. Continuam a ser um projecto absolutamente descomprometido, onde o mais importante persiste: o amor e uma pop íntima, baseada em canções umas vezes alegres, outras tristes, consoante ditam os dias. Já este ano, lançaram o álbum “Let’s Pretend The World Has Stopped”.
Danças Ocultas & Orquestra Filarmonia das Beiras
Às quatro concertinas de Danças Ocultas junta-se António Vassalo Lourenço, maestro da Orquestra Filarmonia das Beiras e profundo conhecedor da música deste grupo, para uma iniciativa especial. Os arranjos para orquestra de cordas ampliam o que os originais já continham, dando novo corpo e dimensão às melodias, aos contrapontos e harmonias, explorados por este grupo de concertina. O álbum “Amplitude”, apresentado em conjunto, é a vontade de partilhar esta música com um público maior.
Best Youth
Este dueto de indie-pop com origem na cidade do Porto é formado por Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas. Conheceram-se na adolescência durante as férias de Verão, tornaram-se amigos e juntaram-se para tocar. “Highway Moon” é o álbum de estreia, que surge depois de algumas colaborações noutros projectos musicais, e conta já com rasgados elogios do público e da crítica especializada.
Kumpania Algazarra
Esta algazarra vagueia pelas músicas dos cinco continentes, transformando os sons em que toca numa festa ambulante, ao estilo das fanfarras europeias. Saltimbancos, filhos da estrada e do vento, músicos em folia permanente, as suas músicas formam um rendilhado de culturas, onde se ouvem sons balcânicos, árabes, latinos, africanos, o ska, o funk e o hiphop. Em 2015 editaram o 3º álbum de originais, “Acoustic Express”, com uma abordagem mais acústica e nómada.
Sensible Soccers
A sonoridade dos Sensible Soccers incorpora estéticas muito variadas. Sem esconderem o gosto pela melodia pop, fogem ao formato tradicional, optando maioritariamente por estruturas e arranjos em progressão. O seu primeiro registo data de 2011, ano em que também se estrearam nas vibrantes actuações ao vivo. Depois do primeiro álbum de originais, “8”, e de uma incursão performativa com a artista Laetitia Morais, editam em Março de 2016 o seu novo trabalho, “Villa Soledade”.
Cláudia Duarte
Presença regular no Incógnito, Casa Independente, Myriad by Sana, Musicbox (em dupla com Mr. Mitsuhirato) e Lux, Cláudia Duarte também costuma passar pelo Lounge e Sabotage. Autora do programa “Casa Cláudia” na Rádio Radar, mantém-se fiel à sua linha de música, trespassada pelo indie, new wave, synthpop, electro e neodisco.
D’Alva
Alex D’Alva Teixeira nasceu em 1990. Ben Monteiro em 1980. Há quase uma década a separá-los, mas a divisão acaba aí. A música que fazem juntos é agregadora. Prova disso mesmo são os espectáculos ao vivo da banda lisboeta com ADN muito próprio: tanto Alex como Ben cresceram na Grande Lisboa, mas são filhos de pai africano e mãe nascida no Brasil, respectivamente. Essa herança étnica e cultural transporta-se para palco com a liberdade e a energia próprias dos trópicos, cruzada com um forte espírito estético pop.
Trêsporcento
O indie-rock norteia o quinteto de Lisboa, afastado dos palcos desde março de 2014 e que marca o seu regresso em 2015. Quatro álbuns depois, as suas músicas continuam a colocar a palavra no centro da música com narrativas urbanas repletas de ritmos dançáveis, onde se reconhecem partes de cidades e, sobretudo, das vidas de quem lá vive.