DJ Lilocox

DJ Lilocox constitui com DJ Maboku a firma C.D.M. (Casa da Mãe Produções), seminal equipa de produção a norte de Lisboa de temas de batida, tarraxos e demais léxicos de música electrónica de dança inovadora que tem vincado o seu estilo próprio. Em Fevereiro de 2015 foi editado o EP “Malucos de Raiz” na Príncipe, após a parceria inicial na crew Piquenos DJs do Gueto e depois de ter ajudado a construir o sucesso das “Noites Príncipe” no Musicbox, em Lisboa.

Puto Márcio

Puto Márcio é o ilustre mentor e craque DJ da Tia Maria Produções, que formou em 2012, convidando outros produtores que foi conhecendo online e cujo trabalho admirava, explicando-lhes o seu intuito de reunir um colectivo que partilhasse a vontade de levar a labuta na música de forma mais comprometida. O grupo lançou o seu EP de estreia no Verão de 2014 pela Príncipe, intitulado “Tá Tipo Já Não Vamos Morrer”.

Madalena Palmeirim

Madalena Palmeirim escreve e compõe canções que interpreta acompanhada ao piano, com ukelele ou autoharpa. Vem com mais três. O Manuel Dordio (Márcia) traz na guitarra os ritmos das ilhas e do deserto do oeste. O Nuno Morão (Nome Comum) junta a percussão à bateria. A Ana Luísa Valdeira desliza no violino por entre as cordas dobradas, os pizzicatos e os glissandos. “Mondays” é o EP de lançamento e traz canções de espírito alternativo, folk, country, pop e indie.

André Barros

André Barros é um compositor emergente com uma forte identidade e uma invulgar capacidade de trabalho. O álbum “Circustances” (2013) apresentou a sua visão musical, nostálgica, profundamente poética e tranquila, e mereceu-lhe elogios da imprensa especializada. A colaboração na curta-metragem “Our Father”, de Linda Palmer, valeu-lhe o prémio para Melhor Banda Sonora no Los Angeles Independent Film Festival Awards de 2015. André Barros mostra toda a magia das suas criações em palco, com o seu piano emoldurado por um quarteto de cordas.

Bonecos e Campaniça

Um músico e um marionetista dão vida a duas mãos cheias de bonecos e contam as suas histórias. Histórias sem palavras, ao som da viola campaniça. Manuel Dias (Trulé) é marionetista, construtor e investigador em formas animadas, e vem acompanhado das composições e música original em viola campaniça de António Bexiga (Uxu Kalhus, Bicho do Mato, NmB).

Dear Telephone

Inspirados na curta de Peter Greenaway, “Dear Phone” (1976), deixam expressa a vontade de decantar melodramas de bolso em composições duras e frugais. Formados em 2010, os Dear Telephone editaram o primeiro EP, “Birth of a Robot”, em 2011, seguido do LP “Taxi Ballad” em 2013. Depois das apresentações nas casas de espectáculo e festivais de música portugueses, os concertos de 2016 desvendam já músicas do próximo álbum, em composição.

Tim Tim por Tim Tum

A linguagem do projecto Tim Tim por Tim Tum explora, num universo de interacção e improviso entre os músicos, o som e o silêncio, o acústico e a estética, o gestual e o imprevisível. As quatro baterias em palco de José Salgueiro, Alexandre Frazão, Bruno Pedroso e Marco Franco comportam um universo tão vasto quanto a imaginação de quem as toca e de quem as ouve. O objectivo do projecto é a comunicação com o público, esperando que este reaja emotivamente.

Isaura

Natural de Gouveia, Isaura tem arrebatado a rádio nacional com os temas “Useless” e “Change it” do seu EP de estreia, “Serendipity”. Com uma produção criativa intensa prevê libertar, durante 2016, mais temas originais para apresentação em concerto. O talento de Isaura contadora de histórias através da pop e electrónica tem-lhe sido reconhecido e granjeou-lhe já uma nomeação na categoria “Revelação”, nos Portugal Festival Awards 2015.

Alentejo Cantado

O Alentejo é sinónimo de “cante”, mas, numa região de tão largos horizontes, é seguro que existam outras melodias que se entrecruzam. Aqui, a viola campaniça junta-se às vozes, procurando resgatar sonoridades únicas. O repertório evoca modas do passado que animavam tanto as longas jornadas de trabalho como os bailes onde rapazes e raparigas lançavam piropos, e onde se começavam e terminavam namoros.

João e a Sombra

O actor e músico João Tempera ressuscitou o seu alter-ego musical João e a Sombra, trazendo à luz o novo disco “Outra Coisa Qualquer”. Um álbum mais denso e ambicioso, onde se evidencia o amadurecimento da escrita de canções com letras fortes e poéticas, cantadas em português. Canções negras, cheias de dramaticidade, que ora exaltam o descontentamento e a vontade de coisas maiores, ora consolam as penas e embalam os nossos medos.