Grutera é o alter-ego de Guilherme Efe, guitarrista nascido na Nazaré. Em 2013 estreou-se nas edições discográficas e rapidamente criou burburinho na imprensa nacional devido à sua abordagem à guitarra. Depois de gravar um álbum num mosteiro, editou, em Novembro de 2015, o terceiro registo, intitulado “Sur lie”, gravado no Túnel das Barricas da Herdade do Esporão. O local, segundo diz, dá uma identidade diferente à guitarra de Grutera.
Tipologia: Cartaz
Os Serrenhos do Caldeirão
Trabalho elaborado no âmbito do Festival Encontros do Devir, da DeVIR, em torno da desertificação/desumanização da Serra do Caldeirão, no Algarve. É um olhar sobre práticas de vida tradicionais e rurais em geral, conhecimentos das culturas orais de norte a sul do país.
Com este retrato alargado dos Serrenhos do Caldeirão, Vera Mantero fala de povos que possuem uma sabedoria que perdemos, uma sabedoria na ligação entre corpo e espírito, entre quotidiano e arte. Mas é uma sabedoria que podemos (e devemos, para nosso bem) reactivar.
Few Fingers
Trazem canções simples e despretensiosas, embaladas pela lap steel guitar, que assumem um legado folk e uma escola indie. Nuno Rancho e André Pereira criaram um tema para o Leiria Calling e assim nasceram os Few Fingers. Em palco fazem-se acompanhar por Luís Jerónimo (Nice Weather for Ducks), Tiago Domingues (Les Crazy Coconus) e Paulo Pereira (David Fonseca). “Burning Hands” é o álbum que apresentam.
Lavoisier
Lavoisier é a voz de Patrícia Relvas e a guitarra eléctrica de Roberto Afonso. Partilham o espírito do movimento Tropicalista, de Giacometti e de Lopes-Graça. Foi através desses registos que se apaixonaram pelo canto do povo português e conheceram as suas maiores fontes de inspiração que são, afinal, as suas próprias raízes. As suas visões sobre a tradição ultrapassam os conceitos e assumem uma dinâmica própria, num movimento perpétuo.
Tiago Pereira
Tiago Pereira estudou na Escola António Arroio e formou-se em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, desenvolvendo em paralelo formação na área do teatro, música e pedagogia. Em 1997 iniciou o seu percurso na área da percussão tradicional portuguesa, criando um gosto muito forte por esta área, ao qual deu continuidade nos projectos de música portuguesa em que toca actualmente, como Roncos do Diabo e Ai!.
LODO
Os LODO são um projecto de rock progressivo iniciado em 2013. A banda de Cem Soldos cria sonoridades fluidas e experimentais resultantes da combinação de várias influências dos quatro cantos do mundo. Dois anos depois do seu nascimento, a banda foi finalista do NOS Live Act, garantindo a actuação no Festival NOS Alive 2015. Lançaram recentemente o seu primeiro EP, homónimo, composto por temas que deixam de lado as vozes para dar lugar à experiência sonora instrumental.
Cristina Branco
Dentro de uma área de fortes raízes conservadoras e tradicionalistas como é o caso do fado, Cristina Branco apresenta uma alternativa alicerçada em poetas eternos-clássicos, compositores requintados e músicos de excelência que transpõem para as actuações ao vivo uma aura única. A sua discografia e presença em palco têm um significado muito particular, num trilho único traçado entre a sofisticação, a tradição e a inovação.
Da Chick
Com paixão e frontalidade, Da Chick quer, pode e manda. Ela traz o funk da velha escola, o groove eterno da soul e salta ao balanço rítmico do disco sound com um cocktail na mão, debitando letras açucaradas sobre deliciosas batidas. “Chick to Chick”, o seu primeiro álbum, é um disco sem estação – tem tanto de Verão como de Inverno. Dá os dois pólos que a caracterizam: de um lado a “street diva” e, do outro, uma Chick mais calma, sóbria e pronta para crescer.
Deolinda
É impossível fazer a banda sonora dos últimos 8 anos em Portugal sem que os Deolinda protagonizem um papel muito relevante. A profunda relação afetiva entre a banda e o público tem sido o alicerce para uma das carreiras mais bem sucedidas e premiadas da música portuguesa. Este ano marca o lançamento do novo álbum “Outras histórias”, onde os Deolinda exploram novas sonoridades, com crónicas de costumes narradas com fina ironia, na voz de Ana Bacalhau.
Niagara
Os Niagara contam com dois discos na Príncipe – “Ouro Oeste” (2013) e “Ímpar” (2015) –, o duas caras “Falcão / Mustor” na londrina From The Depths e inúmeros CDR de edição de autor. Recentemente estabeleceram o seu selo editorial próprio, Ascender. Todo este universo tornou clara a visão personalizada do grupo para uma música electrónica de dança biótica e de fibra emocional luminosa, também efectiva em actuações ao vivo, onde são inequívocos os seus atributos de máquina apurada de ritmo, balanço e melodia.