Les Saint Armand são uma banda do Porto, formada em 2007. Têm nome francês mas compõem, escrevem e cantam em português. A sua música assume o carácter da música acústica, do folk e da canção de autor (coral), sendo reconhecida pela importância atribuída à palavra nas suas letras e pelas harmonias. As influências são inúmeras e transversais (jazz, rock, pop, bossa nova). Os seus concertos possuem uma aura jovem e empática com os mais diversos tipos de públicos. Lançaram o seu primeiro EP oficial, “Nó”, em Novembro de 2016, numa edição de autor, e preparam o primeiro longa-duração para o início de 2018.
Tipologia: Cartaz
Señoritas
“Acho que é meu dever não gostar” é o nome do disco de estreia das Señoritas, um dos novíssimos projectos da nova música portuguesa, formado por Mitó Mendes (A Naifa) e Sandra Baptista (A Naifa / Sitiados). Em 2015, as Señoritas criam uma nova identidade, partilhando o gosto comum de ensaiar, compor e tocar juntas, unindo voz, guitarra, baixo e acordeão a sets de programações. Deste trabalho nasceu um conjunto de canções, todas originais, em torno do universo feminino, tendencialmente urbano, onde, numa atmosfera densa e bem portuguesa, se canta a vida de forma crua e directa.
MEDEIROS / LUCAS
MEDEIROS/LUCAS junta Pedro Lucas e Carlos Medeiros na construção de uma nova topografia da música popular portuguesa. O último álbum editado em Março de 2016, “Terra do Corpo” assenta na dialéctica entre os textos inéditos de João Pedro Porto e a música original de Pedro Lucas: constroem as paisagens emocionais do Homem, em luta com o seu papel social, a sua dimensão pessoal e sua responsabilidade na construção do presente e futuro das sociedades. Mostra também dois açorianos cada vez mais desancorados da música tradicional, sem perderem de vista o referencial que tem insuflado o seu percurso.
Mão Morta
Passados 25 anos sobre a edição de Mutantes S21, os Mão Morta apresentam um concerto de celebração desse álbum que trouxe a banda para a ribalta da música portuguesa. Serão apresentados em concerto todos os temas do álbum, incluindo 3 nunca tocados ao vivo e outros 6 seleccionados pela banda, tendo por base letras que remetem para ambientes urbanos, relatando histórias de cidades. Um evento que vai muito para além da reposição nostálgica e coloca em evidência a capacidade de reinvenção dos Mão Morta.
Né Ladeiras
Personalidade icónica da música portuguesa, Né Ladeiras rejeita todos os rótulos e partilha o seu talento apenas quando sente ter algo de novo a dizer. É de um desses longos silêncios que nascem o novo disco e o novo espectáculo de Né. “Outras Vidas” constitui uma viagem por todas as mulheres que já foi e que formaram a que agora afirma: “sinto vontade de chorar e no entanto sei que jamais fui assim tão feliz”. O seu som é, ao mesmo tempo, tradicional e urbano, com um olho na tradição e o outro no futuro, guiado por essa voz cristalina que nos enfeitiça desde os tempos da Brigada Victor Jara.
Sam U
Nos últimos anos, Samuel, mais conhecido por Sam U, integrou a agência Prime Music, e é um dos artistas residentes do seu projecto de maior destaque: o Ballroom. Definiu desde cedo o gosto pelo house e tudo o que advém da música electrónica de qualidade. Teve oportunidade de actuar em vários clubes e de integrar cartazes de grandes eventos, permitindo-lhe partilhar a cabine e acompanhar vários artistas nacionais e internacionais de renome.
Beatdizorder
Apaixonado pela música, na qual se envolveu activamente há mais de 15 anos, já percorreu por ela parte da Europa, incluindo como parte integrante da produção do Ballroom. Na cabine, as sonoridades flutuam de forma astuta, num espectro que abrange o disco, o funk, o house e o techno.
Zé Nuno
Zé Nuno é uma das caras da agência/produtora Prime Music e do seu projecto Ballroom. Assume-se como um divulgador de música através do seu trabalho como DJ e do envolvimento na produção de eventos. O fascínio pelo DJing e, também, uma busca constante pelo conhecimento ao nível da técnica e selecção, acabaram por lhe amadurecer o gosto pelo house e techno nas suas vertentes mais underground.
Moços da Vila
Os Moços da Vila nasceram em 2014, ao preparar uma atuação na festa de Natal da escola, no 6ª ano. Após o sucesso dessa performance, continuaram a ensaiar o cante alentejano e apresentaram-se publicamente em mais duas ocasiões, ainda no âmbito escolar. O nome surgiu então, com as origens e a juventude bem sublinhadas. Ao bom espírito indie, os ensaios decorrem na casa de alguns dos elementos do grupo. Com muita determinação, estes moços fazem-se.
Joana Barra Vaz
O primeiro longa duração de Joana Barra Vaz, editado em 2016 pela Bi-Du-Á, recebeu as melhores críticas da imprensa especializada, tendo figurado no topo de várias listas de melhores discos do ano. “Mergulho em Loba” existe num universo entre o folk e a electrónica e constitui uma viagem sonora com canções em suites, convidando o ouvinte a fazer esse percurso e a sentir a urgência de chegar ao fim com uma resposta na ponta da língua ou no embalo da dança. O sucessor do EP “Passeio Pelo Trilho” (2012) conta com a participação de vários músicos nacionais e ainda de Selma Uamusse, no tema “Tanto Faz”.