Dead Combo

Em 2018, os Dead Combo estão de regresso com “Odeon Hotel”, o sexto álbum de originais. Composto por treze temas e produzido por Alain Johannes (Queen Of Stone Age, PJ Harvey, Chris Cornell), este novo disco é a síntese da portugalidade e universalidade existentes na música da banda de Tó Trips e Pedro Gonçalves. Influenciados pelo fado, rock e as bandas sonoras dos Westerns, bem como música da América do Sul e de África, os Dead Combo têm vindo a desenhar uma trajetória extraordinária, com a consolidação da sua carreira internacional e a sua afirmação como uma das mais interessantes bandas portuguesas.

Moonshiners

Constituídos por Gamblin’Sam (voz e harmónica), Susie Filipe (bateria) e Vítor Hugo (voz e guitarra), os Moonshiners formaram-se em Aveiro em 2012. Sob a alçada de influências tão distintas como Bob Dylan e Morphine, a sua música destaca-se pelas harmónicas estridentes e riffs explosivos. O primeiro álbum “Prohibition Edition” foi lançado em fevereiro deste ano, com um conjunto de “canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija”.

Lena d’Água e Primeira Dama

Ícone da pop-rock portuguesa, Lena d’Água começou a cantar na década de 70, ao lado dos Beatnicks, mas foi nos anos 80 que se impôs: foi uma das vozes do chamado boom do rock português, com os Salada de Fruta e a Banda Atlântica, antes de se aventurar a solo. Neste concerto, sobe ao palco com Manel Lourenço, o cantor e compositor que se apresenta como Primeira Dama, e com os membros do coletivo Xita Records.

Fado Violado

Fado Violado, projeto musical português que cruza o fado com o flamenco, nasceu há dez anos em Sevilha pelas mãos de Ana Pinhal e Francisco Almeida. Depois de vários espetáculos ao vivo, em Portugal e no estrangeiro, o grupo está de regresso com uma novidade na formação: Daniel da Silva junta-se ao projeto com uma segunda guitarra. O trio prepara-se, agora, para continuar a pisar os palcos e começar a trabalhar no próximo disco.

Selma Uamusse

O primeiro álbum a solo de Selma Uamusse é um mergulho no desconhecido a partir da busca da sua africanidade e da sua moçambicanidade, sem certezas quanto ao caminho a tomar. Para isso, Selma precisou de viajar até Moçambique, reconhecer-se na música do sítio onde nasceu, perceber como o corpo lhe estremece ao escutar a música tradicional daquele país e concluir como, na impossibilidade honesta de poder assumir essa tradição como sua, inventar uma outra, uma forma pessoal de se relacionar com essas raízes. O resultado é uma explosão de géneros que pertence a muitos sítios e a sítio nenhum.

Slow J

A natureza obsessiva com que vive a música é a primeira coisa que nos vem à cabeça quando pensamos em Slow J. Inspirando-se na profundidade da poesia de Sam the Kid e de Manuel Cruz e na energia pura de Imagine Dragons e Da Weasel, Slow J estreia-se, em 2015, com “The Free Food Tape”, aclamado pela crítica. Em 2017, afirma-se no panorama da música nacional com “The Art of Slowing Down”.

Xinobi

Xinobi é Bruno Cardoso, um adulto de coração jovem obcecado com a música. Depois de lançar alguns EPs sólidos, ganhou um reconhecimento e seu culto underground tornou-se mais amplo. Faixas idiossincráticas como “(I Hate The Sound of) Guitars”, “Puma”, ”Spend the Night” ou a colaboração com The Lazarusman, “See Me”, requerem atenção. Remixes, edits e reworks para artistas como Sbtrkt, The Avener, John Grant, Toro Y Moi, Nicolas Jaar, Riva Starr, Agnes Obel, Moullinex e Kris Menace provam a sua habilidade para reorganizar música incrível em todo um novo universo.

Patrícia Costa

Natural de Oliveira Santa Maria, Patrícia Costa cresceu a ouvir música tradicional portuguesa. O fado desde muito cedo tomou conta da sua voz e Amália Rodrigues é a sua maior referência. Assente no fado mais puro, numas vezes recriando grandes clássicos, noutras revestindo as melodias antigas com novos poemas, no seu repertório encontramos também fados novos, e ainda uma paixão de berço desta natural do Minho: o folclore.

Meta

Cantautora, Meta traz na voz sonhos e memórias que se unem numa viagem de regresso a ela mesma. Para além da guitarra, Meta improvisa e explora as melodias criadas no momento com a Loopstation. Canta para sentir, para se conhecer, para se confrontar e confrontar os outros com emoções cruas. Para que nos lembremos de existir no agora.

S. Pedro

S. Pedro é o alter-ego de Pedro Pode, ex-homem forte dos Doismileoito que faz agora a sua estreia a solo. As várias ideias soltas à espera de serem concretizadas e gravadas, que o impediam de seguir em frente, levaram S. Pedro a construir um estúdio analógico onde foi gravando, com tempo, em fita magnética, aperfeiçoando arranjos, acrescentando instrumentos e convidando amigos para colaborarem. Assim nasceu o disco “O Fim”, uma coleção de canções de métrica redonda e recorte clássico, pop inteligente, afinada e ambiciosa. Histórias quotidianas, letras que nos fazem sorrir e versos que ficam a ressoar.