Salto + DJ Set

Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro, juntos desde 2006, precisavam de um nome orelhudo para a sua sonoridade electrizante. Foi Salto que deram. “Deixar Cair” marcou a pop moderna nacional e na juventude do segundo álbum preparam-se para dar outro… vocês sabem.

Polifonia de Arões

Arões, a freguesia mais afastada do Concelho de Vale de Cambra, viu nascer, em 1997, o “Grupo de Folclore Terras de Arões”. Com um intenso trabalho de recolha junto das comunidades mais idosas da freguesia, um após outro, as danças e os cantares de outrora renasceram. Usos, costumes e modos de vida reavivaram-se e o passado veio fundir-se com o presente.

Timespine

Timespine, liderado pela artista Adriana Sá (zither), junta Tó Trips (guitarra-baixo metálico) e John Klima (dobro). Fazem uma música de carácter contemplativo, com técnicas de composição em tempo real próprias da música contemporânea ocidental, mas profundamente influenciadas pelas práticas musicais pan-asiáticas, próximas da ideia de Eternal Music.

Tranglomango

Fundado em 2012, este grupo de Viseu deixa-se influenciar pela música tradicional portuguesa para fundir estilos contrastantes. Trazem a formação clássica do rock à qual se juntam um acordeão e três vozes que animam qualquer cemitério de paróquia. Liguem os cátodos aos pontos cardeais do corpo e larguem a velhinha: ela vai sacudir o pó do pé com rock e chula!

Duquesa

Depois de The Glockenwise, Nuno Rodrigues coloca mais as mãos na massa, no seu projeto a solo. Apesar do nome, canta sobre a simplicidade do quotidiano. As pessoas gostam sempre dos heróis do dia-a-dia, gostam daquela ideia de ter alguém a falar exactamente das coisas que elas vivem e não das coisas impossíveis que nunca viveram.

Edu Miranda Trio

Edu Miranda conta com a participação de Tuniko Goulart, na guitarra e sintetizador, e de Giovani Goulart na bateria e percussão. Fados trazidos para o ambiente da música instrumental brasileira, passando por ritmos como o chorinho, samba, baião, forró e o maracatu fazem deste espectáculo um cocktail de influências, virtuosismo e boa disposição.

Carlão

A solo escreveu um disco com as tripas de fora. Fica no ponto de contenção dos próprios beats, contagiantes mas pouco óbvios, mesmo quando o Branko arrisca o flirt descarado com a sobreexposta quizomba. Este Carlão Junta a ternura com as tremuras dos 40 mas não precisa desse número para nada porque é o mesmo puto de sempre.

Criatura

De gestação alentejana não se furta aos códigos das planícies do tejo, das montanhas beirãs, do mar do algarve. A criatura de Edgar Valente ganha forma em palco com 11 músicos, ainda mais os convidados, como o cante alentejano ou a percussão de Rui Júnior. Juntam-se porque são a consciência de todo um povo que tem algo a cantar. A criatura é Portuguesa, com certeza.

Xaral’s Dixie

Juntaram-se no final de 2008 em Minde influenciados pelo gosto do estilo Dixie. Ainda hoje quando tocam, sentem a mesma emoção das primeiras vezes. O objetivo é simples, divertirem-se enquanto divertem os outros com um fraseado melódico, definitivamente bem disposto e sempre com a liberdade que está na base do Dixie.

Manel Cruz

Manel Cruz (Ornatos Violeta, Pluto, SuperNada, Foge Foge Bandido) apresenta “Estação de Serviço”, um concerto atípico no seu trajecto. Num momento de intervalo entre projectos, propõe-se a misturar passado, presente e possíveis futuros. Será uma viagem por músicas dos projectos em que esteve envolvido, à mistura com músicas nunca editadas. Uma paragem para pôr gasolina, enquanto se vê no mapa o caminho que se fez e para onde se quer ir.