Foi há cinco anos que o quase-advogado deixou de entulhar tribunais com insolvências e se virou para a música. Gravou um primeiro álbum, tão imprevisto como desconhecido, expondo-se em sete vozes e saltitando pelos instrumentos. O disco é de Inverno, mas o concerto no BONS SONS é coisa para aquecer: percussões do fundo da terra, um ligeiríssimo saxofone soprano e um clarinete-baixo filho-da-mãe. E canções novas que prometem desafiar os campos magnéticos dos corpos mais suados.
Edição: 2015
Daniel Pereira Cristo
O músico e compositor de Braga explora as sonoridades dos instrumentos ancestrais da tradição minhota. Do cavaquinho à braguesa, passando pelo bandolim, faz uma viagem ora por sons da tradição oral, nas músicas cantadas, ora pelos instrumentais que compõe, nos quais afirma que são os próprios instrumentos a comunicar com o público através do seu pulso.
Tó Trips
Pioneiro de qualquer coisa rock em português, Tó Trips tem sido parte dos mais interessantes projectos do imaginário alternativo musical português. São-lhe conhecidas as bandas como os memoráveis Lulu Blind e os recentes Dead Combo onde empresta o sucesso da sua guitarra.
Retimbrar
Retimbrar não é uma banda, é um movimento. O respeito pelos ritmos tradicionais portugueses, e a integração num contexto musical actual levam-nos à exploração de sonoridades, com os seus instrumentos de percussão e contextos próprios colocados em situações inovadoras.
peixe : avião
Nasceram em Braga no verão de 2007 e conquistaram a atenção do público nacional. Três álbuns depois e a banda de indie-rock continua a reinventar-se na composição e na música que irradia. A singularidade de peixe : avião é a nova portugalidade, como se todo o singelo das pequenas coisas se tornasse som e palavra.
Camané
Camané é um dos fadistas mais aclamados a nível nacional e internacional. Venceu a Grande Noite do Fado em 1979 e, desde então, não tem parado de cantar poetas portugueses e de ser aplaudido nos principais palcos do mundo e reconhecido com variados prémios. Com uma vasta discografia em nome próprio, ainda empresta o seu timbre a outros projectos de músicos portugueses.
Long Way To Alaska
Na rua desde 2009, os LWTA (em sigla), dão-nos mantras para dias soalheiros e manhãs com limonada caseira. Se, no passado, eram capazes de amansar a besta mais inquieta, hoje são ainda mais do que exímios em passar a mão no pêlo. Isto ao mesmo tempo em que se ensaia um pé de dança maroto.
Tio Rex
Apresenta-se como cantautor setubalense que, munido de uma guitarra acústica, recorre a sonoridades folk e country para construir um universo sonoro próprio. A sua voz portuguesa grave convida-nos a partilhar com ele momentos de introspecção onde, trabalhando a sua sensibilidade, busca uma melhor compreensão do mundo, almejando a harmonia pessoal.
Clã
Em 1992, Hélder Gonçalves juntou “o” Clã ao imaginário pop português. O seu estilo inconfundível encontra expressão na magnética voz de Manuela Azevedo. Criando pontes com diferentes meios criativos, cruzam a música com outras linguagens artísticas. Reconhecidos pela excelência das suas apresentações ao vivo,o palco é o seu elemento natural.
Salto
Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro, juntos desde 2006, precisavam de um nome orelhudo para a sua sonoridade electrizante. Foi Salto que deram. “Deixar Cair” marcou a pop moderna nacional e na juventude do segundo álbum preparam-se para dar outro… vocês sabem.