Depois de The Glockenwise, Nuno Rodrigues coloca mais as mãos na massa, no seu projeto a solo. Apesar do nome, canta sobre a simplicidade do quotidiano. As pessoas gostam sempre dos heróis do dia-a-dia, gostam daquela ideia de ter alguém a falar exactamente das coisas que elas vivem e não das coisas impossíveis que nunca viveram.
Tipologia: Cartaz
Edu Miranda Trio
Edu Miranda conta com a participação de Tuniko Goulart, na guitarra e sintetizador, e de Giovani Goulart na bateria e percussão. Fados trazidos para o ambiente da música instrumental brasileira, passando por ritmos como o chorinho, samba, baião, forró e o maracatu fazem deste espectáculo um cocktail de influências, virtuosismo e boa disposição.
We Trust + Banda FilArmónica Gualdim Pais
Projecto de André Tentúgal, rapidamente se tornou uma referência musical com ampla projecção nacional. O seu último registo é um disco voltado para as pessoas, um conjunto de canções que tendem a tornar a experiência ao vivo num momento intimamente partilhado, onde o público é também ele próprio voz do espectáculo. A Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, fundada em Tomar em 1877, acedeu ao desafio para participar nesta apresentação ao público.
Amélia Muge
A sua música junta tradição e inovação, partindo da música tradicional portuguesa e africana para alcançar uma grande modernidade. É cantora, instrumentista, compositora e escritora de letras para canções portuguesas, tendo composto para cantores como Camané, Ana Moura, Pedro Moutinho, Mísia ou Gaiteiros de Lisboa.
Sérgio Godinho
O autor, compositor e cantor, é um dos nomes incontornáveis da história da música portuguesa. Os seus poemas perduram no imaginário de gerações de portugueses e a sua voz inconfundível respira ideais de liberdade.
First Breath After Coma
Com uma maturidade composicional incomum numa formação com músicos tão jovens, nunca esconderam a sua forte paixão pelo pós-rock mas não conseguem fugir ao formato de canção onde a melodia e a voz se cruzam com a intensidade própria do género que os inspira.
Sai de 4
Armada Guerra My Ass era o nome óbvio e chegou a estar em cima da mesa à volta da qual se juntaram para congeminar o assalto a Cem Soldos. Soava bélico o suficiente e a ocasião não exigia menos que isso. Mas um DJ set conjunto merecia uma designação mais gráfica. Mais fiel ao que vai acontecer a quem estiver na noite de encerramento do BONS SONS. Se cada um por si é o que é, e Lisboa não os deixa mentir, imaginem como será a quatro. Durante pelo menos quatro horas. Quem lá estiver “sai de quatro” e o nome tinha de ser esse.
Sampladélicos
Sílvio Rosado, músico, e Tiago Pereira, documentarista, criam uma performance audiovisual a partir das gravações de práticas musicais ou ambientes sonoros de um determinado local. Construindo, por um lado, um arquivo vivo de documentos de uma música/ sonoridade identitária local, que pode ser consultado e que mantém a memória viva, e, por outro lado, a desconstrução desse mesmo arquivo/ memória, permitindo que a comunidade se reveja e se questione, criando, ao mesmo tempo, um espaço lúdico de fruição onde se pode dançar a memória ou seguir uma história.
Éme
João Marcelo é o cantautor lisboeta por trás de Éme mas é rodeado de amigos que trabalha bem. Se na instrumentalização conta com outros membros na bateria, no baixo eléctrico e nas teclas, na produção a influência de B Fachada é determinante: “É mais uma questão de moldar as canções àquilo que eu sou”.
Benjamim
Depois de 4 anos em Londres, voltou para o Alentejo e perdeu o Walter que lhe precedia o nome. Escreve agora em português e canta o seu passado: memórias das colónias onde esteve o pai, filmes de super 8, aceleradelas na marginal, o Porto da mãe e histórias à mesa. Benjamim é um pós-modernista e a sua identidade está espalhada por todo o lado.