Hitchpop é um jazz-suspense à moda do realizador com (quase) o mesmo nome. Junta 3 músicos do Porto a desembrulhar canções e improvisos, dois proeminentes novos valores do Jazz – Marcos Cavaleiro, João Guimarães – e um activo do rock nacional – Miguel Ramos (Mesa, Supernada, Jorge Palma, NACO).
Tipologia: Cartaz
OCO
Atmosferas psicadélicas envolvem sons orgânicos. Os OCO têm criado sonoridades experimentais, ritualistas e intemporais dos quatro cantos do mundo. Em 2014 comemoraram 10 anos de existência numa expedição sonora que une o ancestral e o moderno, o Ocidente e o Oriente.
Criatura
De gestação alentejana não se furta aos códigos das planícies do tejo, das montanhas beirãs, do mar do algarve. A criatura de Edgar Valente ganha forma em palco com 11 músicos, ainda mais os convidados, como o cante alentejano ou a percussão de Rui Júnior. Juntam-se porque são a consciência de todo um povo que tem algo a cantar. A criatura é Portuguesa, com certeza.
Carlão
A solo escreveu um disco com as tripas de fora. Fica no ponto de contenção dos próprios beats, contagiantes mas pouco óbvios, mesmo quando o Branko arrisca o flirt descarado com a sobreexposta quizomba. Este Carlão Junta a ternura com as tremuras dos 40 mas não precisa desse número para nada porque é o mesmo puto de sempre.
Clã
Em 1992, Hélder Gonçalves juntou “o” Clã ao imaginário pop português. O seu estilo inconfundível encontra expressão na magnética voz de Manuela Azevedo. Criando pontes com diferentes meios criativos, cruzam a música com outras linguagens artísticas. Reconhecidos pela excelência das suas apresentações ao vivo,o palco é o seu elemento natural.
Salto
Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro, juntos desde 2006, precisavam de um nome orelhudo para a sua sonoridade electrizante. Foi Salto que deram. “Deixar Cair” marcou a pop moderna nacional e na juventude do segundo álbum preparam-se para dar outro… vocês sabem.
Salto + DJ Set
Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro, juntos desde 2006, precisavam de um nome orelhudo para a sua sonoridade electrizante. Foi Salto que deram. “Deixar Cair” marcou a pop moderna nacional e na juventude do segundo álbum preparam-se para dar outro… vocês sabem.
Polifonia de Arões
Arões, a freguesia mais afastada do Concelho de Vale de Cambra, viu nascer, em 1997, o “Grupo de Folclore Terras de Arões”. Com um intenso trabalho de recolha junto das comunidades mais idosas da freguesia, um após outro, as danças e os cantares de outrora renasceram. Usos, costumes e modos de vida reavivaram-se e o passado veio fundir-se com o presente.
Timespine
Timespine, liderado pela artista Adriana Sá (zither), junta Tó Trips (guitarra-baixo metálico) e John Klima (dobro). Fazem uma música de carácter contemplativo, com técnicas de composição em tempo real próprias da música contemporânea ocidental, mas profundamente influenciadas pelas práticas musicais pan-asiáticas, próximas da ideia de Eternal Music.
Tranglomango
Fundado em 2012, este grupo de Viseu deixa-se influenciar pela música tradicional portuguesa para fundir estilos contrastantes. Trazem a formação clássica do rock à qual se juntam um acordeão e três vozes que animam qualquer cemitério de paróquia. Liguem os cátodos aos pontos cardeais do corpo e larguem a velhinha: ela vai sacudir o pó do pé com rock e chula!