Pedro Tenreiro é DJ desde 1980, década em que tocou regularmente em lugares como os portuenses Lá Lá Lá ou Indústria. No início dos anos 90 foi DJ residente em bares como o Aniki Bobó, o Meia Cave ou o Trintaeum. Tem sido DJ convidado no Lux, no Passos Manuel, na Praia da Luz ou no londrino 333 e é membro fundador dos iconoclastas Os Sete Magníficos.
Tipologia: Cartaz
Quem és tu, Laura Santos?
Se Laura Santos fosse DJ utilizaria pratos Vista Alegre e faianças Bordalo Pinheiro. A melhor música para bailar tanto pode chegar da década de ouro do ié-ié português como do fundo da telefonia dos anos 60 de Londres, de um filme dos anos 70 parisienses ou de um clássico dançante dos 80s. E nada impede que a mesa de mistura dispare algum tema orelhudo dos dias de hoje, desde que a anca não deixe de abanar a preceito. A festa vai começar.
Xaral’s Dixie
Juntaram-se no final de 2008 em Minde influenciados pelo gosto do estilo Dixie. Ainda hoje quando tocam, sentem a mesma emoção das primeiras vezes. O objetivo é simples, divertirem-se enquanto divertem os outros com um fraseado melódico, definitivamente bem disposto e sempre com a liberdade que está na base do Dixie.
Manel Cruz
Manel Cruz (Ornatos Violeta, Pluto, SuperNada, Foge Foge Bandido) apresenta “Estação de Serviço”, um concerto atípico no seu trajecto. Num momento de intervalo entre projectos, propõe-se a misturar passado, presente e possíveis futuros. Será uma viagem por músicas dos projectos em que esteve envolvido, à mistura com músicas nunca editadas. Uma paragem para pôr gasolina, enquanto se vê no mapa o caminho que se fez e para onde se quer ir.
Xinobi
Xinobi é Bruno Cardoso, um adulto de coração jovem obcecado com a música. Depois de lançar alguns EPs sólidos, ganhou um reconhecimento e seu culto underground tornou-se mais amplo. Faixas idiossincráticas como “(I Hate The Sound of) Guitars”, “Puma”, ”Spend the Night” ou a colaboração com The Lazarusman, “See Me”, requerem atenção. Remixes, edits e reworks para artistas como Sbtrkt, The Avener, John Grant, Toro Y Moi, Nicolas Jaar, Riva Starr, Agnes Obel, Moullinex e Kris Menace provam a sua habilidade para reorganizar música incrível em todo um novo universo.
Bicho do Mato
O Bicho do Mato nasceu em 2011, quando quatro músicos se juntaram a convite da MPAGDP para gravar alguns temas originais. Com uma sonoridade distinta entre a música tradicional, o rock, o folk e a world music, apresentam canções melódicas e acessíveis que contrastam com a crueza das palavras, atentas e aplicadas num cantar de intervenção mais humano que político.
Eduardo Raon
É também de electrónica que a sua harpa é feita. Eduardo utiliza a harpa, o daxophone, computador e vídeo para uma performance sobre ações impulsivas, gestos involuntários, actuações irrefletidas, atitudes imponderadas e ruídos pouco conscientes. Radicado em Liubliana está habituado a não ter os dois pés num mesmo chão.
Chão da Feira
No Chão da Feira misturam-se raízes portuguesas com sonoridades do mundo. Aqui coexistem a tradição e a modernidade, o orgânico e o mecânico, o sagrado e o profano. Falam de flores, armas e amor. O disco “Das Tripas Coração”, de 2015, é o primeiro registo de um projecto apaixonado e visceral, tão livre e profundo como o corpo e o coração das mulheres que lhe dão vida.
Minta & The Brook Trout
Francisca Cortesão, ou Minta, e Mariana Ricardo, como Brook Trout, são duas vozes a que se junta uma guitarra, um ukulele e uma percussão extremamente portátil. Vivem em Lisboa apesar de saltitarem pelo mundo. O seu álbum de 2012, “Olympia”, foi considerado pela revista Blitz e pela rádio Radar um dos melhores do ano. Em 2015 vamos ter o terceiro.
Sequin
A voz de Ana Miró, na sua primeira aventura a solo, é o grande destaque para um som fresco, que agarra nas duas mãos as entranhas da pop e da electro. Leva-nos por caminhos de mistério, de sensualidade e de exotismo. Penelope marca a estreia da cantautora nascida em Évora, um resultado sólido do seu talento natural enquanto compositora.