Dotorado Pro

“African Scream” foi o tema que colocou os focos em cima de Dotorado Pro, um dos nomes mais recentes do selo português. Misto de afrohouse com uma sonoridade progressiva, apresenta uma nova faceta da missão da global dance music, intimamente associada à Enchufada.

Branko

É o nome fundamental do trajecto de Buraka Som Sistema e de Enchufada, editora que fundou há uma década. Produtor, editor, músico, DJ e aglutinador de vários pólos musicais espalhados pelo mundo, Branko lançou o seu álbum “Atlas” em 2015, depois de residências na BBC Radio 1 e na Antena 3, e de ter criado os webisódios “Atlas Unfolded”, numa viagem única, criativa e inspiradora.

Rastronaut

Rastronaut, nome civil João Silva, é um dos porta-estandarte dos “graves gordos” que definem a global dance music, partindo de Lisboa, atraindo para a sua galáxia influências africanas, brasileiras e latinas e gravitando pelo universo. Em Londres, por exemplo, destacou-se no XOYO club, no âmbito das Hard Ass Sessions. DJ e produtor, Rastronaut encarna em pleno a missão da Enchufada: incendiar as pistas de dança com o bass mais global e inclusivo.

Diego Armés

Desde sempre afecto ao rock alternativo, e seguindo referências que marcaram o indie-rock dos anos 90, fez parte de Feromona desde a fundação até ao último concerto, e hoje em dia é guitarrista e vocalista dos Chibazqui, dos quais também é fundador. As actuações a solo são como pequenas fugas a um quotidiano vivido habitualmente em banda. É nessas raras aparições que as canções tresmalhadas são chamadas ao palco e, apoiadas numa guitarra acústica frágil e solitária, surgem perante o público num registo que pede o silêncio dos presentes e o sossego em redor.

FLAK

FLAK (João Pires de Campos) é um músico com longa carreira ligada a grupos como Rádio Macau e Micro Audio Waves. Na voz e guitarra, FLAK apresenta um espectáculo acompanhado por Zé Guilherme Vasconcelos Dias (teclas, sintetizadores e voz) com músicas que abrangem as diversas fases do seu percurso, incluindo temas seus a solo, outros para os quais contribuiu com o seu talento e algumas composições novas.

Golden Slumbers

As irmãs Cat e Margarida Falcão começaram, em 2013, o projeto de folk Golden Slumbers, fazendo uso de harmonias de vozes e de guitarras acústicas para músicas que evocam as sonoridades de Simon & Garfunkel, Fleetwood Mac e Laura Marling. Em 2016 lançaram o álbum “The New Messiah” com a mesma sonoridade que lhes valeu a nomeação para Melhor Actuação ao vivo – Artista Revelação nos Portugal Festival Awards de 2015.

Elogio da desordem

Joana Sá apresenta “Elogio da desordem”, um monólogo interior para piano semi-preparado, acompanhado por instalação de campainhas e sirenes, toy piano, caixas de ruído, mini-amplificadores, voz e electrónica.
Aproximando-se do teatro instrumental, a pianista procura um discurso musical no qual irrompe ocasionalmente a palavra com textos de Gonçalo M. Tavares. Ultrapassando os limites de uma pianista, Joana Sá apresenta uma performance musical com coreografia de acções – música para ver, ouvir e pensar.

Desbundixie

Este projecto tenta reviver o estilo jazzístico denominado Dixieland, transportando as sonoridades de Nova Orleães do princípio do séc. XX para os dias de hoje. Numa base de sete elementos – trompete, clarinete, saxofone tenor, trombone, banjo tenor, tuba e bateria – os Desbundixie apresentam temas de época, orquestrados por estes músicos. A linguagem característica da banda é ainda marcada pelo improviso e pela irreverência que pretende animar quem os ouve.

Lula Pena

De enorme talento de trilho nómada, em permanente viagem pelas terras que se lhe oferecem, faz já muitos anos sem lançar um disco, pelo que os concertos anunciados são um bem demasiado precioso para desperdiçar. Percorre, capta e interioriza o norte de África, a música das águas do mediterrâneo, os lamentos e rezas do samba e da bossa. A sua voz magnífica tem o peso e a profundidade de um ritual.

Sopa de Pedra

Sopa de Pedra são um grupo dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional que surgiu, no Porto, em 2012, graças a dez jovens de várias proveniências musicais e artísticas. Emprestando o rigor artístico à música tradicional portuguesa, procuram avivar-lhe a frescura através de novas harmonizações e arranjos polifónicos que exploram a sua complexidade, riqueza e profundidade. Querem, assim, mantê-la viva e interessante para as novas gerações.