Francisco Sales

Licenciado em jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, Francisco Sales trabalha de modo virtuoso a sonoridade da guitarra, acústica e elétrica, criando paisagens sonoras inspirada nas suas viagens pelo mundo. Residente em Londres durante quatro anos, teve aí a sorte de encontrar um padrinho de peso – Jean-Paul Maunick, líder dos célebres Incognito, que apadrinhou o seu primeiro álbum, Valediction. Em 2016, acompanhou ainda grandes nomes da música como Chaka Khan, Omar ou Natalie Williams e lançou Miles Away, resultado das viagens dos últimos anos.

Mano a Mano

André e Bruno Santos são irmãos com uma diferença de 10 anos e ambos refinados guitarristas de jazz. Mano a Mano é o projeto que começaram na sala de estar de sua casa, e que se tornou mais sério ao longo dos anos, culminando na gravação de vários discos. O mais recente, Mano a Mano Vol. 3, junta às duas guitarras a braguinha, instrumento tradicional da cidade natal de ambos, o Funchal. Além de uma óbvia empatia musical e pessoal, os espetáculos de Mano a Mano misturam precisão, groove e humor, transformando uma experiência musical em algo agradável e festivo para todos os públicos.

Carlos Batista

Carlos Batista, cantor, autor e multi-instrumentista, é natural de Anadia. Tem encontrado na tradição a sua principal fonte de inspiração, sendo um autodidata que alterna entre cavaquinhos, tracanholas, reco-recos e brinquinhos, sendo a sua maior dedicação os cordofones. Filho de uma família de músicos antigos, incluindo um grupo de gaiteiros tradicionais da região da Mealhada, fez parte de vários projetos de música tradicional e folk, como os Capagrilos ou os Zingamocho. Apresenta-se num espetáculo a solo onde privilegia os cordofones e o canto, numa mistura de temas tradicionais e originais.

Ela Vaz

Após dar rosto e voz a diversos trabalhos musicais na área do fado e da música popular, Ela Vaz aventura-se agora pelo seu próprio caminho. EU é como se chama o primeiro disco d’Ela em nome próprio. EU revela-se como o início da afirmação pessoal de Ela, apontando para o futuro mas sem voltar costas ao passado. Partindo da tradição musical portuguesa, Ela incorpora-lhe urbanidade e cria uma linguagem musical própria, suficientemente vasta para incluir diferentes sons, palavras de épocas distintas, e individualizada o bastante para ser única.

UM [unimal]

UM [unimal] é um solo que é desenvolvido a partir da ideia de sobrevivência, que neste caso se materializa através da fisicalidade da Marcha. Trabalha-se a noção de corpo arquivo e de corpo que carrega uma história através da dança. A Marcha desdobra-se em diversos movimentos que derivam do caminhar e que se revelam no binómio danças de resistência/resistência na dança. Através de comandos e instruções ao vivo, transmitidas à intérprete durante toda a peça, por sistema in ear, colocam-se em causa conceitos como autoria, autoridade, liberdade e liderança.

quartoquarto

quartoquarto são João Vidigueira na voz (Solipso), Luís Lucena nas melodias (Lydia’s Sleep, SAUR), Diogo Sousa nos ritmos (Moullinex, Mike El Nite, Lydia’s Sleep) e João Abelaira nas texturas (Heats, Miss Titan). Com os singles “três” e “a gosto” lançaram a expetativa sobre uma nova sonoridade pop a surgir no panorama nacional. Depois de terem chamado a atenção nos Novos Talentos Fnac, preparam o primeiro longa-duração, “antes depois”.

Miguel Calhaz

Músico freelancer, cantautor e contrabaixista, lançou recentemente o seu álbum de estreia a solo “Estas Palavras”. Mantém projetos musicais nas áreas do jazz, da world music e da música oortuguesa, entre como Trilhos – Novos caminhos da Guitarra Portuguesa, Contracorrente e Latin Groove. Participou em espetáculos de tributo a Zeca Afonso, Sérgio Godinho e Fausto com as formações “Os Cantautores” e “Emboscadas”. Foi músico convidado da formação “Danças Ocultas” e do cantautor Zeca Medeiros.

Zeca Medeiros

Zeca Medeiros oferece temas onde se reconhece uma semântica muito própria, demonstrando toda a sua estética, diversidade e complementaridade deste ator, músico e compositor. “Aprendiz de Feiticeiro, Imagens e Canções” é o seu mais recente trabalho. O espetáculo é uma mistura de sensações onde se oferece ao espectador uma viagem pelos mais de 40 anos de carreira do artista.

Sean Riley & The Slowriders

Em 2007, “Farewell” projetou Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas em Portugal. Ao sucesso do primeiro trabalho, a banda respondeu com um inspirado “Only Time Will Tell”, aclamado pela crítica e sustentado com grandes prestações ao vivo. Seguiu-se “It’s Been A Long Night”, um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico. Depois de três anos afastados dos palcos, Sean Riley & The Slowriders regressaram com um álbum homónimo: “Dili”. “Greetings” e “Gipsy Eyes” são os singles de apresentação.

PAUS

PAUS continuam a ser Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria. Um baixo, teclados e uma bateria siamesa ainda são as ferramentas do seu ofício. Um ofício que foi mudando desde que, pela primeira vez, nos deram a beber da sua música. As canções destes quatro nunca foram bem canções, sempre foram vontades de estar em sítios estranhos, desafiantes, com cor e horizontes largos. Oito anos, três LPs, dois EPs, várias tours internacionais depois, a viagem levou-os à Madeira. “Madeira” é o som dos PAUS a apaixonarem-se pelas cores e pelas pessoas que fazem a ilha.