Carlos Batista

Carlos Batista, cantor, autor e multi-instrumentista, é natural de Anadia. Tem encontrado na tradição a sua principal fonte de inspiração, sendo um autodidata que alterna entre cavaquinhos, tracanholas, reco-recos e brinquinhos, sendo a sua maior dedicação os cordofones. Filho de uma família de músicos antigos, incluindo um grupo de gaiteiros tradicionais da região da Mealhada, fez parte de vários projetos de música tradicional e folk, como os Capagrilos ou os Zingamocho. Apresenta-se num espetáculo a solo onde privilegia os cordofones e o canto, numa mistura de temas tradicionais e originais.

Ela Vaz

Após dar rosto e voz a diversos trabalhos musicais na área do fado e da música popular, Ela Vaz aventura-se agora pelo seu próprio caminho. EU é como se chama o primeiro disco d’Ela em nome próprio. EU revela-se como o início da afirmação pessoal de Ela, apontando para o futuro mas sem voltar costas ao passado. Partindo da tradição musical portuguesa, Ela incorpora-lhe urbanidade e cria uma linguagem musical própria, suficientemente vasta para incluir diferentes sons, palavras de épocas distintas, e individualizada o bastante para ser única.

UM [unimal]

UM [unimal] é um solo que é desenvolvido a partir da ideia de sobrevivência, que neste caso se materializa através da fisicalidade da Marcha. Trabalha-se a noção de corpo arquivo e de corpo que carrega uma história através da dança. A Marcha desdobra-se em diversos movimentos que derivam do caminhar e que se revelam no binómio danças de resistência/resistência na dança. Através de comandos e instruções ao vivo, transmitidas à intérprete durante toda a peça, por sistema in ear, colocam-se em causa conceitos como autoria, autoridade, liberdade e liderança.

quartoquarto

quartoquarto são João Vidigueira na voz (Solipso), Luís Lucena nas melodias (Lydia’s Sleep, SAUR), Diogo Sousa nos ritmos (Moullinex, Mike El Nite, Lydia’s Sleep) e João Abelaira nas texturas (Heats, Miss Titan). Com os singles “três” e “a gosto” lançaram a expetativa sobre uma nova sonoridade pop a surgir no panorama nacional. Depois de terem chamado a atenção nos Novos Talentos Fnac, preparam o primeiro longa-duração, “antes depois”.

Miguel Calhaz

Músico freelancer, cantautor e contrabaixista, lançou recentemente o seu álbum de estreia a solo “Estas Palavras”. Mantém projetos musicais nas áreas do jazz, da world music e da música oortuguesa, entre como Trilhos – Novos caminhos da Guitarra Portuguesa, Contracorrente e Latin Groove. Participou em espetáculos de tributo a Zeca Afonso, Sérgio Godinho e Fausto com as formações “Os Cantautores” e “Emboscadas”. Foi músico convidado da formação “Danças Ocultas” e do cantautor Zeca Medeiros.

Zeca Medeiros

Zeca Medeiros oferece temas onde se reconhece uma semântica muito própria, demonstrando toda a sua estética, diversidade e complementaridade deste ator, músico e compositor. “Aprendiz de Feiticeiro, Imagens e Canções” é o seu mais recente trabalho. O espetáculo é uma mistura de sensações onde se oferece ao espectador uma viagem pelos mais de 40 anos de carreira do artista.

Sean Riley & The Slowriders

Em 2007, “Farewell” projetou Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas em Portugal. Ao sucesso do primeiro trabalho, a banda respondeu com um inspirado “Only Time Will Tell”, aclamado pela crítica e sustentado com grandes prestações ao vivo. Seguiu-se “It’s Been A Long Night”, um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico. Depois de três anos afastados dos palcos, Sean Riley & The Slowriders regressaram com um álbum homónimo: “Dili”. “Greetings” e “Gipsy Eyes” são os singles de apresentação.

PAUS

PAUS continuam a ser Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria. Um baixo, teclados e uma bateria siamesa ainda são as ferramentas do seu ofício. Um ofício que foi mudando desde que, pela primeira vez, nos deram a beber da sua música. As canções destes quatro nunca foram bem canções, sempre foram vontades de estar em sítios estranhos, desafiantes, com cor e horizontes largos. Oito anos, três LPs, dois EPs, várias tours internacionais depois, a viagem levou-os à Madeira. “Madeira” é o som dos PAUS a apaixonarem-se pelas cores e pelas pessoas que fazem a ilha.

Cais Sodré Funk Connection

Nascidos no coração do bairro boémio que lhes dá o nome e apaixonados pelo funk e a soul, os Cais do Sodré Funk Connection recriam o som e o ambiente dos clássicos da Motown, Stax, Chess Records e outras editoras míticas das décadas de 60 e 70, com a energia de uma verdadeira celebração. É uma viagem pela história da música negra recriando, ao vivo, através de uma banda de nove elementos, alguns dos mais soulful e enérgicos momentos alguma vez gravados em vinil. James Brown, Otis Redding, Etta James, King Curtis ou Ray Charles soam aqui no palco tão poderosos como os originais.

Conan Osiris

Conan Osiris é compositor, produtor e autor de um estilo musical que é a música normal. “Música normal é qualquer música que dê pra ser absorvida por um ser vivo. Música normal é uma música que dá para o que a pessoa quiser: rir, chorar, dançar, viajar, tomar banho.” Conan Osiris é Tiago Miranda. Nasce no mesmo dia que Hayao Miyazaki e canta não só em japonês, mas também mostra que em cada passo de dança há uma nota musical. O “rapaz do futuro” faz a música normal, produzida, criada, pensada e mais falada do momento.