Visita guiada à instalação S E N S O.
Procuramos através do S E N S O – Pesquisa da sensibilidade cultural na comunidade, explorar no território, com as pessoas, os lugares e a sua cultura, no momento presente, com base no passado e com foco no futuro. Esta prospecção cultural, divide-se agora em entre.vistas (acção de pesquisa cultural em Torres Novas) e com.unidade (residência artística em Alcanena). Estas partilhas e criações, que procuram suscitar a reflexão de todos os seus intervenientes, tomarão forma e conteúdo
“Enquanto filhos do meio, o colectivo249 é constituído por jovens emergentes nas múltiplas dialécticas artísticas (artes plásticas, gráficas, audiovisuais e performativas). Procuramos através do S E N S O – Pesquisa da sensibilidade cultural na comunidade, explorar no território, com as pessoas, os lugares e a sua cultura, no momento presente, com base no passado e com foco no futuro. Esta prospecção cultural, divide-se agora em entre.vistas (acção de pesquisa cultural em Torres Novas) e com.unidade (residência artística em Alcanena). Estas partilhas e criações, que procuram suscitar a reflexão de todos os seus intervenientes, tomarão forma e conteúdo simultaneamente numa instalação que vai habitar o festival BONS SONS.” Colectivo249
Nesta mesa redonda será possível conhecer melhor os projectos e artistas Filhos do Meio, procurando compreender a importância desta bolsa nos seus percursos profissionais e pessoais, mas também reflectir sobre a importância da prática artística na vida dos lugares e sobre a vitalidade que os lugares trazem à criação artística.
Na Festa de Encerramento, entre música, jogos e surpresas, Foque e Godot vão lançar as suas setas musicais para celebrar os encontros, despedidas e memórias de quatro dias de festival e, quem sabe, proporcionar uma última chance para novas histórias. Foque é o projeto de a solo de Luís Leitão que nasceu da necessidade de ter independência musical e de largar, não as guitarras nem as baterias convencionais, mas o rock em geral, onde havia embrenhado grande parte da sua vida. Já o misterioso Godot assume-se como um “clown dos tempos modernos” centrado na energia, no estado de espírito, no gesto, na estética e no desenvolvimento de novas dramaturgias.
A celebrar 15 anos de carreira, os inconfundíveis Linda Martini, banda de destaque no panorama atual do rock português, trazem ao BONS SONS uma mão cheia de sucessos e o mais recente trabalho, agraciado pela crítica. Gravado na Catalunha entre outubro e novembro de 2017, com produção da própria banda e Santi Garcia, o quinto e homónimo longa duração dos Linda Martini responde, na capa, à “eterna questão” que, desde o início de carreira, é colocada à banda lisboeta: “Quem é a Linda Martini?”.
Duo de melómanos formados das cinzas do programa de world music “Artesanato Sonoro” na Rádio Universidade de Coimbra. Selecionadores das mais raras e improváveis peças musicais direcionadas para as pistas de dança e provenientes dos lugares mais recônditos do planeta. Esperam-se sons de todas as cores e ritmos com sabor a especiarias exóticas numa fusão onde a única certeza na pista de dança é uma clara noção de groove. Fazem-se visitas uplifting ao Brasil, Angola, Nigéria, Colômbia, Cabo Verde, Índia ou Jamaica em discos recentes e antigos.
Após dar rosto e voz a diversos trabalhos musicais na área do fado e da música popular, Ela Vaz aventura-se agora pelo seu próprio caminho. EU é como se chama o primeiro disco d’Ela em nome próprio. EU revela-se como o início da afirmação pessoal de Ela, apontando para o futuro mas sem voltar costas ao passado. Partindo da tradição musical portuguesa, Ela incorpora-lhe urbanidade e cria uma linguagem musical própria, suficientemente vasta para incluir diferentes sons, palavras de épocas distintas, e individualizada o bastante para ser única.
UM [unimal] é um solo que é desenvolvido a partir da ideia de sobrevivência, que neste caso se materializa através da fisicalidade da Marcha. Trabalha-se a noção de corpo arquivo e de corpo que carrega uma história através da dança. A Marcha desdobra-se em diversos movimentos que derivam do caminhar e que se revelam no binómio danças de resistência/resistência na dança. Através de comandos e instruções ao vivo, transmitidas à intérprete durante toda a peça, por sistema in ear, colocam-se em causa conceitos como autoria, autoridade, liberdade e liderança.
quartoquarto são João Vidigueira na voz (Solipso), Luís Lucena nas melodias (Lydia’s Sleep, SAUR), Diogo Sousa nos ritmos (Moullinex, Mike El Nite, Lydia’s Sleep) e João Abelaira nas texturas (Heats, Miss Titan). Com os singles “três” e “a gosto” lançaram a expetativa sobre uma nova sonoridade pop a surgir no panorama nacional. Depois de terem chamado a atenção nos Novos Talentos Fnac, preparam o primeiro longa-duração, “antes depois”.
Músico freelancer, cantautor e contrabaixista, lançou recentemente o seu álbum de estreia a solo “Estas Palavras”. Mantém projetos musicais nas áreas do jazz, da world music e da música oortuguesa, entre como Trilhos – Novos caminhos da Guitarra Portuguesa, Contracorrente e Latin Groove. Participou em espetáculos de tributo a Zeca Afonso, Sérgio Godinho e Fausto com as formações “Os Cantautores” e “Emboscadas”. Foi músico convidado da formação “Danças Ocultas” e do cantautor Zeca Medeiros.