Jogos do Helder

Feitos de materiais tão simples como madeira ou corda, os Jogos do Helder usam apenas a energia mais acessível do mundo: a humana. Os jogos, muitos de inspiração medieval, são construídos pelo próprio Helder, e famosos por terem a notável capacidade de divertir pessoas de todas as idades.

A aula do Burro

Pelas mãos da AEPGA, pode-se conhecer melhor o Burro e a sua história. Gostar destes simpáticos animais passa por saber mais sobre as suas características e os seus hábitos, a sua forma de pensar e agir. Além dos cuidados e tratamento do animal, também se vai poder aprender mais sobre os valores culturais e naturais do Planalto Mirandês.

Band’Olim

Da junção de dois mundos musicais diferentes com percursos, histórias, influências e vivências próprias, nasce em 2013 um novo som: os Band’Olim, formandos por Pedro David (Flauta Transversal, Guitarra, Flauta de Bisel e Voz) e Helena Reis (Piano, Bandolim, Percussão e Voz). Um projecto de originais com raízes na tradição musical portuguesa, folk e clássica que procura, a cada momento, a sua própria voz.

Orquestra Tradicional

Ao início da tarde, juntam-se os mais novos para fazerem parte da orquestra de instrumentos tradicionais. É uma oportunidade para experimentar um instrumento diferente e para sentir novas dimensões da música, com uma amplitude orquestral. O ensaio será guiado por Pedro Sousa, da Canto Firme de Tomar.

Palco Garagem

Mediante inscrição diária, qualquer pessoa ou agrupamento pode mostrar o seu talento. O Festival disponibiliza gratuitamente o palco, as condições técnicas e a possibilidade de tocar para um número considerável de pessoas.

Este palco é uma oportunidade única para projectos originais se estrearem, testarem a receptividade do público e de agentes mas, sobretudo, para celebrar a música, num ambiente festivo e descontraído.

Aqui as músicas são para todos e o Palco Garagem é de quem o apanhar.

Singularlugar

Singularlugar, projecto composto por João Neves (voz) e Katerina L’dokova (composição, arranjo, piano e voz), nasceu em 2014 num bairro lisboeta, fazendo a sua estreia ao vivo no decorrer do mesmo ano, no Festival Caldas Nice Jazz. Um duo com sotaque lusófono a criar pontes entre o popular e o erudito, partindo das raízes portuguesas para o mundo contemporâneo. O seu reportório inclui, além de composições originais, temas tradicionais e canções de Fausto e José Afonso, entre outros, recuperando e dando nova voz à música e poesia portuguesas.
Em 2017 os Singularlugar editarão o seu primeiro registo discográfico.

Vem Tocar Baterias

Esta oficina pretende desenvolver a criatividade musical dos participantes e construir instrumentos de percussão com materiais recicláveis, sendo estes divididos por três categorias: graves (bombos ou tambores), médios (caixas ou blocos) e agudos (shakers ou maracas) – o “esqueleto” de uma bateria. A sessão é conduzida por Nuno Sarafa, baterista e percussionista.

Whales

Vencedores da edição de 2016 do Festival Termómetro, os Whales são uma das mais recentes revelações da nova música de Leiria e vão dar muito que falar nos próximos tempos. Com uma média de idades encostada aos 20 anos, cruzam o rock com a electrónica e fazem canções cheias de energia e de ritmo que não deixam ninguém indiferente. Acabaram de estrear o primeiro single “Big Pulse Waves” com produção de Rui Gaspar (dos First Breath After Coma) e gravação, mistura e masterização de Fábio Jevelim e de Makoto Yagyo (Paus).

Outro em mim que eu ignoro

Um corpo que pretende explorar e perceber tudo aquilo que ignora, algo que desconhece, procurando uma outra densidade paralela. Um debate sobre o próprio corpo, sobre as suas características, sobre a personalidade que o veste, aspetos que pretenderia esquecer, ocultar, e que, contudo, perduram e incontrolavelmente emergem, expondo-se paradoxalmente a uma larga escala, que quem convive com esse corpo deliberadamente conserva. Um breve estudo sobre o Homem e o meio social, numa microescala, sem esquecer parte do que somos.

Manuel Fúria e os Náufragos

Manuel Fúria, artista português, é um quase cantor, do mesmo modo que poderíamos qualificar Padre António Vieira como um quase escritor. Começa a sua actividade como cabeça d’ Os Golpes e da Amor Fúria, Companhia de Discos do Campo Grande, fundada em 2007, responsável pelo cruzamento pródigo entre o rock e a música tradicional portuguesa. Dessa fase destacam-se canções como “A Marcha dos Golpes” ou “Vá Lá Senhora”, em dueto com Rui Pregal da Cunha, dos Heróis do Mar. No seu percurso a solo (na companhia dos Náufragos) destaca-se o denso e conceptual “Manuel Fúria Contempla Os Lírios do Campo”, de 2013. Do novo álbum, “Viva Fúria” já podemos ouvir “Nova”, “20.000 Naves” e, mais recentemente, “Aquele Grande Rio”.