Mais do que DJ sets, este trio de amigas – composto por Isabel Nogueira, Patrícia Barnabé e Raquel Castro – espalha a alegria e a diversão. Com uma mão na anca elegante e festiva, para rodopiar na pista, em Cem Soldos estarão com a cabeça nas nuvens e o coração ao peito, rodando discos das mais variadas proveniências, e da forma mais casual possível, em nome da felicidade, da liberdade e da comunhão.
Tipologia: Cartaz
Solar Corona Elektrische Maschine
Os Solar Corona são um coletivo multiforme de música rock. Um núcleo que tem reunido Rodrigo Carvalho, José Roberto Gomes, Peter Carvalho e Nuno Loureiro. Em Solar Corona Elektrishe Maschine deixam para trás a bateria, a guitarra e os amplificadores para abraçar a fundo a improvisação alçada em instrumentos eletrónicos, digitais e analógicos. Novas percussões, métodos de amplificação e processamento das mesmas, e o baixo como fundação groove, colocando no centro deste formato a constante descoberta de duas vertentes: a repetição e a imprevisibilidade.
Vaiapraia
Artista transdisciplinar e autodidata, Rodrigo Vaiapraia começou a compor e a tocar em 2013. De mão dada com As Rainhas do Baile lançou, em 2016, o LP de estreia “1755”. A solo entregou-nos “100% Carisma”, em 2020, numa emancipação pós-punk. Fez-nos ver “Estrelas e Trovões” nos quatro temas que gravou de lareira acesa com Júlia Reis e lançou em 2023, no mesmo ano que ao lado de Maria Inês Gonçalves lançou “Dildotéctónica”.
Vaiapraia diz-nos que talvez o amor viva da solidão, mas no BONS SONS sabemos que não há paixão maior do que a de ouvir em conjunto um concerto de quem faz o nosso coração bater mais forte.
Estilhaços
Estilhaços é uma homenagem à poesia. Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael, Henrique Fernandes e Jorge Coelho a serviço dos artifícios líricos e das emoções lançaram “Estilhaços” (2006), “Estilhaços e Cesariny” (2011), “Estilhaços Cinemáticos” (2014) e, recentemente “Estilhaços de Escuridão” (2023). Em Cem Soldos mostram toda a mestria poética e musical que reveste os anos de um projeto dedicado à palavra.
Gisela João
Atuações eletrizantes, autênticas, sem desvios, nem artifícios. O fado de Gisela João é genuíno, sem excessos nem maneirismos. Também compositora e letrista, lançou “AuRora” (2021), num registo que nos mostrou ir além do que lhe ouvimos cantar até agora. Para assinalar os 50 anos de democracia, “Gisela Canta Abril”. No BONS SONS celebramos a revolução com temas ligados a Abril, numa eterna manifestação de liberdade e da alegria de viver.
Adiafa
Plasticine
Banda de fusão/world music que desafia fronteiras sónicas, Plasticine é sinónimo de música que transgride géneros ao combinar elementos de rock progressivo, funk, jazz e soul, atravessando fronteiras geográficas ao incutir afrobeat, influências latinas e orientais no seu som. As melodias dirigidas a um vasto leque de públicos com gostos musicais muito variados. Em suma, Plasticine é um entrelaçar de fibras de diferentes origens para criar uma tapeçaria musical única na aldeia.
Coro da Cura
Das vozes de homens e mulheres em campos, largos e tabernas nasceu espontaneamente a música que hoje é celebrada pelo Coro da Cura. Uma festa que acontece todas as semanas na sede física do projeto associativo Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, em Serpins, Lousã, e que no dia 11 de agosto viaja até Cem Soldos.
A Azenha
A Azenha é uma viagem a um sítio no Alentejo, onde viveram os escultores Jorge Vieira e Noémia Cruz, na casa onde, em tempos, D. Dinis teve uma amante. Fala de amores cósmicos e intuitivos em sítios a que pertencemos. O Rui e a Cláudia, amigos há 20 anos, casados há 10, juntaram-se para falar desse amor, na história de outros que acaba por ser também a sua. Inspirados nestas personagens, Cláudia Guerreiro pinta, cria cenários de cor e papel e movimenta luz num vidro, que é filmado e projetado. A guitarra do Rui Carvalho é a voz da história. Tudo em tempo real.
Manuel Dordio
Manuel Dordio é um músico alfacinha. Costuma trabalhar como acompanhante de vários cantores compositores do panorama pop e alternativo em Portugal. A música que compõe a solo tem um caráter ambiental e costuma estar associada a instalações audiovisuais e cinema. Lançou, em 2020, o primeiro álbum a solo “DOR”, que apresentou ao vivo com projeções de Joana Linda. No Palco Carlos Paredes, na Igreja de S. Sebastião, ansiamos por ouvir os mundos que Manuel Dordio carrega nos acordes da guitarra.