Osso Vaidoso

Projecto musical de rock alternativo constituído pela cantora Ana Deus (ex-Ban e ex-Três Tristes Tigres) e pelo guitarrista Alexandre Soares (ex-GNR e ex-Três Tristes Tigres), aos quais se juntaram Gustavo Costa e Henrique Fernandes no contrabaixo e bateria. Na voz dela, as palavras rimam com os seus amanhãs virtuais e nas tessituras dele, as palavras esbarram com outros virtuosismos.

Noiserv

Noiserv ganhou forma em 2005 quando David Santos (You Can’t Win, Charlie Brown) decide gravar algumas ideias numa demo. O som da voz, guitarra, acordeão, harmónica misturou-se ao som dos brinquedos em camadas electrónicas para melodias muito próprias.

Ricardo Ribeiro

Nascido na Ajuda, desde os nove anos que canta o fado. É sem dúvida um dos mais destacados valores da jovem geração de fadistas portuguesa. O seu último registo “Largo da Memória”, com forte influência árabe, foi considerado dos melhores do ano pela imprensa especializada.

Los Waves

Formados em Londres em 2012 por Jorge da Fonseca e José Tornada, a sua música é uma intrincada e harmoniosa fusão das suas experiências a viver em praias desertas, deambulações pela América do Sul e Oceano Índico e o ritmo actual da capital urbana. Criam a paisagem sonora com pinceladas de indie, psicadélico e étnico pop.

Aduf

Com um espectáculo produzido com adufes gigantes – “Adufões” –, aliam uma enorme força cénica a um conceito aberto mas culturalmente situado. Este grupo de nove elementos: cinco percussionistas, guitarra, teclados, sopros e voz, desenvolve uma linguagem original que junta a contemporaneidade à força das expressões rítmicas oriundas do universo da música étnica. Um projecto de José Salgueiro e José Peixoto com a convidada especial, a cantora Basca, Maria Berasarte.

Blacksea Não Maya DJs + DJ Maboku + DJ Marfox

Blacksea Não Maya é um colectivo de DJs: DJ Kolt, DJ Noronha e DJ Perigoso, oriundos da margem sul da grande Lisboa. DJ Maboku é angolano de nascença mas português de vivência e DJ Marfox tem raízes em São Tomé e Príncipe. O que todos têm em comum é incendiarem a pista do Musicbox, em Lisboa, com as Noites Príncipe. Dança electrónica fresca e polirrítmica.

Nome Comum

Num formato distintamente acústico, propõem uma fusão da tradição musical portuguesa com diferentes universos musicais contemporâneos. “Cuco”, o álbum, é composto nas mãos e cantado nas vozes de dois irmãos, Bernardo e Madalena. Da ideia de um surge a frase do outro.

Luís Antero

O conceito de “Concerto Para Olhos Vendados” parte da premissa de que muitas vezes paramos para ver mas raramente o fazemos para ouvir. Com recurso a gravações sonoras de campo, constrói-se uma paisagem sonora ao vivo, convidando o público a vendar os olhos e a redescobrir o universo sonoro quotidiano e sua (eventual) ligação com a memória.

Sopa de Pedra

Sopa de Pedra são um grupo dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional que surgiu, no Porto, em 2012, graças a dez jovens de várias proveniências musicais e artísticas. Emprestando o rigor artístico à música tradicional portuguesa, procuram avivar-lhe a frescura através de novas harmonizações e arranjos polifónicos que exploram a sua complexidade, riqueza e profundidade. Querem, assim, mantê-la viva e interessante para as novas gerações.

Ermo

Motivados pela vontade de desenvolver uma sonoridade ímpar, trazem à mistura, ecos do imaginário português, a música tradicional que dele advém e a electrónica marcadamente influenciada pela arte feita em Braga durante os anos 80.