Os LODO são um projecto de rock progressivo iniciado em 2013. A banda de Cem Soldos cria sonoridades fluidas e experimentais resultantes da combinação de várias influências dos quatro cantos do mundo. Dois anos depois do seu nascimento, a banda foi finalista do NOS Live Act, garantindo a actuação no Festival NOS Alive 2015. Lançaram recentemente o seu primeiro EP, homónimo, composto por temas que deixam de lado as vozes para dar lugar à experiência sonora instrumental.
Tipologia: Cartaz
Cristina Branco
Dentro de uma área de fortes raízes conservadoras e tradicionalistas como é o caso do fado, Cristina Branco apresenta uma alternativa alicerçada em poetas eternos-clássicos, compositores requintados e músicos de excelência que transpõem para as actuações ao vivo uma aura única. A sua discografia e presença em palco têm um significado muito particular, num trilho único traçado entre a sofisticação, a tradição e a inovação.
Da Chick
Com paixão e frontalidade, Da Chick quer, pode e manda. Ela traz o funk da velha escola, o groove eterno da soul e salta ao balanço rítmico do disco sound com um cocktail na mão, debitando letras açucaradas sobre deliciosas batidas. “Chick to Chick”, o seu primeiro álbum, é um disco sem estação – tem tanto de Verão como de Inverno. Dá os dois pólos que a caracterizam: de um lado a “street diva” e, do outro, uma Chick mais calma, sóbria e pronta para crescer.
Deolinda
É impossível fazer a banda sonora dos últimos 8 anos em Portugal sem que os Deolinda protagonizem um papel muito relevante. A profunda relação afetiva entre a banda e o público tem sido o alicerce para uma das carreiras mais bem sucedidas e premiadas da música portuguesa. Este ano marca o lançamento do novo álbum “Outras histórias”, onde os Deolinda exploram novas sonoridades, com crónicas de costumes narradas com fina ironia, na voz de Ana Bacalhau.
Niagara
Os Niagara contam com dois discos na Príncipe – “Ouro Oeste” (2013) e “Ímpar” (2015) –, o duas caras “Falcão / Mustor” na londrina From The Depths e inúmeros CDR de edição de autor. Recentemente estabeleceram o seu selo editorial próprio, Ascender. Todo este universo tornou clara a visão personalizada do grupo para uma música electrónica de dança biótica e de fibra emocional luminosa, também efectiva em actuações ao vivo, onde são inequívocos os seus atributos de máquina apurada de ritmo, balanço e melodia.
DJ Lilocox
DJ Lilocox constitui com DJ Maboku a firma C.D.M. (Casa da Mãe Produções), seminal equipa de produção a norte de Lisboa de temas de batida, tarraxos e demais léxicos de música electrónica de dança inovadora que tem vincado o seu estilo próprio. Em Fevereiro de 2015 foi editado o EP “Malucos de Raiz” na Príncipe, após a parceria inicial na crew Piquenos DJs do Gueto e depois de ter ajudado a construir o sucesso das “Noites Príncipe” no Musicbox, em Lisboa.
Puto Márcio
Puto Márcio é o ilustre mentor e craque DJ da Tia Maria Produções, que formou em 2012, convidando outros produtores que foi conhecendo online e cujo trabalho admirava, explicando-lhes o seu intuito de reunir um colectivo que partilhasse a vontade de levar a labuta na música de forma mais comprometida. O grupo lançou o seu EP de estreia no Verão de 2014 pela Príncipe, intitulado “Tá Tipo Já Não Vamos Morrer”.
Madalena Palmeirim
Madalena Palmeirim escreve e compõe canções que interpreta acompanhada ao piano, com ukelele ou autoharpa. Vem com mais três. O Manuel Dordio (Márcia) traz na guitarra os ritmos das ilhas e do deserto do oeste. O Nuno Morão (Nome Comum) junta a percussão à bateria. A Ana Luísa Valdeira desliza no violino por entre as cordas dobradas, os pizzicatos e os glissandos. “Mondays” é o EP de lançamento e traz canções de espírito alternativo, folk, country, pop e indie.
André Barros
André Barros é um compositor emergente com uma forte identidade e uma invulgar capacidade de trabalho. O álbum “Circustances” (2013) apresentou a sua visão musical, nostálgica, profundamente poética e tranquila, e mereceu-lhe elogios da imprensa especializada. A colaboração na curta-metragem “Our Father”, de Linda Palmer, valeu-lhe o prémio para Melhor Banda Sonora no Los Angeles Independent Film Festival Awards de 2015. André Barros mostra toda a magia das suas criações em palco, com o seu piano emoldurado por um quarteto de cordas.
Bonecos e Campaniça
Um músico e um marionetista dão vida a duas mãos cheias de bonecos e contam as suas histórias. Histórias sem palavras, ao som da viola campaniça. Manuel Dias (Trulé) é marionetista, construtor e investigador em formas animadas, e vem acompanhado das composições e música original em viola campaniça de António Bexiga (Uxu Kalhus, Bicho do Mato, NmB).