O álbum lançado em 1978, conta a história de um homem e uma mulher que regressam à Terra após 10.000 anos da autodestruição da humanidade. Viajam através do espaço em direção ao planeta azul para o repovoar. “10.000 anos entre Vénus e Marte” é considerada uma obra de génio, editada à frente do seu tempo, que ganhou estatuto de álbum de culto tanto em Portugal como além-fronteiras. É este o grande motivo para celebrarmos os quase 40 anos deste álbum com o seu compositor e intérprete original, José Cid.
Tipologia: Cartaz
Orelha Negra
2016 marcou o regresso dos Orelha Negra à estrada e a estreia aconteceu em Lisboa, no grande auditório do CCB, com lotação esgotada. Este espetáculo foi o mote para a digressão de 2016, que passou pelos principais festivais e eventos do País. Aqui foram apresentados temas inéditos que irão integrar o próximo disco de originais, prestes a ser editado, a par de canções dos dois primeiros álbuns e dos medleys surpreendentes a que a banda já nos habituou. Em 2017, os Orelha Negra prosseguem o seu ritmado e envolvente reencontro com um público sempre ao rubro.
Puto Anderson, DJ NinOo e K30
Apoiados pela Príncipe, Puto Anderson e DJ NinOo são dois dos membros da Firma do Txiga, produtores inventivos, DJs realizados e uma das crews mais jovens e pujantes a produzir música de dança electrónica autóctone da Grande Lisboa, que inclui também K30 e Wayne.
Sanct’Irene Ensemble
Foi em Setembro do ano de 2015 que Gustavo Pimentel e António Baptista, antigos colegas de estudos e guitarradas, se reencontraram para criar um novo projecto interdisciplinar, com o auxílio imprescindível do sociólogo recolector e compilador do Romanceiro da Ribeira de Muge (Paço dos Negros, Almeirim). O objectivo do grupo, ao qual se juntariam os violoncelistas Clara Curado e José Blanco, é estudar, cantar e divulgar o património musical oral da região de Santarém, recuperando paralelamente outros sons, mais arcaicos e menos “folclóricos”.
Moçoilas
As Moçoilas renascem da necessidade de divulgar e afirmar o canto do Algarve, repegando muitos dos antigos temas e enriquecendo-os com a sua energia própria, modificando uns, apropriando-se de outros e preparando caminho para novas canções. Trazendo a alma da Serra (e da terra) e de muitos outros temas inspirados aí, nos seus tons, nos seus sons e cheiros, estas três mulheres soltam esse canto com harmonias doces, duras e simples. A responsabilidade de assegurar este espaço musical e cultural é agora de Margarida Guerreiro (que traz o testemunho desde o início desta história, há 22 anos), Inês Rosa e Teresa da Silva.
Marco Luz
A respiração de Marco Luz sente-se nas suas gravações. É ela que acompanha os dedos, à guitarra, numa orgânica surpreendente. Ao passar, de forma subtil, entre o acústico e a electricidade, a sua música toca-nos a pele e entra-nos directamente nos pulmões, para que respiremos com ele. O disco de estreia, “Cores”, mostra um músico que compõe e grava sem pressas, colocando em cada tema as medidas exactas de despojamento e virtuosismo.
LST – Lisboa String Trio
Formado por José Peixoto (guitarra clássica), Bernardo Couto (guitarra portuguesa) e Carlos Barretto(contrabaixo), os LST editaram em 2016 “Lisboa”, sucessor de “Matéria”, vencedor do Prémio Carlos Paredes ‘15 atribuído pela Câmara de Vila Franca de Xira. “Lisboa” conta com composições de José Peixoto, Paulo Paz, e temas do universo da guitarra de Lisboa, assinados por Jaime Santos, José Nunes e Domingos Camarinha, entre outros, numa homenagem a clássicos instrumentais, interpretados com a identidade dos LST. Em Agosto, “Lisboa” vem ao BONS SONS.
Valter Lobo
Valter Lobo, músico e advogado nortenho, apresenta-nos a sua viagem para o “Mediterrâneo”, o primeiro disco, onde faz uma reaproximação ao calor humano e ao mar, despido de materialismos e procurando sobreviver com os bens essenciais, entregando-se a uma vontade de sentir num propósito de mudança. Os concertos são de grande intimidade com o público tal como as canções que, com o português em punho, nos trazem uma sonoridade intensa armada de uma componente lírica muito rica que lhe são próprias e que o sugerem como um artista genuíno e um nome a seguir quando nos referimos aos novos grandes valores da música portuguesa.
Frankie Chavez
A música de Frankie Chavez reflecte as influências musicais que ficam das suas viagens. De guitarra em punho, assume o conceito “one man band” e o resultado é um blues/ folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos. Embora seja possível identificar o espírito de Robert Johnson, Jimi Hendrix, Kelly Joe Phelps e Ry Cooder, é difícil definir o seu som numa só palavra. O melhor é sentir. Em Agosto, no BONS SONS.
The Poppers
O rock’n’roll não passa de moda, não entra em desuso e, muito menos, morre. The Poppers são a prova viva disso mesmo, assumindo com orgulho a sua herança. Banda experiente, provocadora e intensa, é no palco que ganham a sua maior expressão. Com tanto de imprevisíveis como de perfeccionistas, The Poppers aliam continuamente a qualidade à espontaneidade. Em Janeiro de 2017, o colectivo lançou “Lucifer”, novo disco de originais, produzido por Paulo Furtado (The Legendary Tigerman/ WrayGunn).