Solar Corona Elektrische Maschine

Os Solar Corona são um coletivo multiforme de música rock. Um núcleo que tem reunido Rodrigo Carvalho, José Roberto Gomes, Peter Carvalho e Nuno Loureiro. Em Solar Corona Elektrishe Maschine deixam para trás a bateria, a guitarra e os amplificadores para abraçar a fundo a improvisação alçada em instrumentos eletrónicos, digitais e analógicos. Novas percussões, métodos de amplificação e processamento das mesmas, e o baixo como fundação groove, colocando no centro deste formato a constante descoberta de duas vertentes: a repetição e a imprevisibilidade.

Gisela João

Atuações eletrizantes, autênticas, sem desvios, nem artifícios. O fado de Gisela João é genuíno, sem excessos nem maneirismos. Também compositora e letrista, lançou “AuRora” (2021), num registo que nos mostrou ir além do que lhe ouvimos cantar até agora. Para assinalar os 50 anos de democracia, “Gisela Canta Abril”. No BONS SONS celebramos a revolução com temas ligados a Abril, numa eterna manifestação de liberdade e da alegria de viver.

Estilhaços

Estilhaços é uma homenagem à poesia. Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael, Henrique Fernandes e Jorge Coelho a serviço dos artifícios líricos e das emoções lançaram “Estilhaços” (2006), “Estilhaços e Cesariny” (2011), “Estilhaços Cinemáticos” (2014) e, recentemente “Estilhaços de Escuridão” (2023). Em Cem Soldos mostram toda a mestria poética e musical que reveste os anos de um projeto dedicado à palavra.

Plasticine

Banda de fusão/world music que desafia fronteiras sónicas, Plasticine é sinónimo de música que transgride géneros ao combinar elementos de rock progressivo, funk, jazz e soul, atravessando fronteiras geográficas ao incutir afrobeat, influências latinas e orientais no seu som. As melodias dirigidas a um vasto leque de públicos com gostos musicais muito variados. Em suma, Plasticine é um entrelaçar de fibras de diferentes origens para criar uma tapeçaria musical única na aldeia.

A Azenha

A Azenha é uma viagem a um sítio no Alentejo, onde viveram os escultores Jorge Vieira e Noémia Cruz, na casa onde, em tempos, D. Dinis teve uma amante. Fala de amores cósmicos e intuitivos em sítios a que pertencemos. O Rui e a Cláudia, amigos há 20 anos, casados há 10, juntaram-se para falar desse amor, na história de outros que acaba por ser também a sua. Inspirados nestas personagens, Cláudia Guerreiro pinta, cria cenários de cor e papel e movimenta luz num vidro, que é filmado e projetado. A guitarra do Rui Carvalho é a voz da história. Tudo em tempo real.

Coro da Cura

Das vozes de homens e mulheres em campos, largos e tabernas nasceu espontaneamente a música que hoje é celebrada pelo Coro da Cura. Uma festa que acontece todas as semanas na sede física do projeto associativo Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, em Serpins, Lousã, e que no dia 11 de agosto viaja até Cem Soldos.

A Música dá Trabalho

Quem faz o quê antes da música nos chegar aos ouvidos? A Música dá Trabalho é um projeto da Omnichord que partiu de um livro, de Hugo Ferreira e Patrícia Martins, com 22 profissões do setor da música. Em 2021, começou por levar às escolas um projeto musical com ligações à região, dando a conhecer todas as etapas da realização de um espetáculo de música. Por iniciativa de vários municípios e produtores, A Música Dá Trabalho passou a visitar outros territórios, festivais e salas de espetáculos. Este ano vai a Cem Soldos.

Na primeira parte da atividade são montadas cinco estações de trabalho representativas de profissões como o compositor, a editora, o realizador de vídeo, o técnico de som ou o técnico de luz e à medida que o grupo passa, vai experimentando essas profissões sempre acompanhados de um profissional da área.

No final, há um pequeno showcase de músicos de diferentes projetos da Omnichord que tocam versões da discografia, num espetáculo didático e interativo com o público presente.

Manuel Dordio

Manuel Dordio é um músico alfacinha. Costuma trabalhar como acompanhante de vários cantores compositores do panorama pop e alternativo em Portugal. A música que compõe a solo tem um caráter ambiental e costuma estar associada a instalações audiovisuais e cinema. Lançou, em 2020, o primeiro álbum a solo “DOR”, que apresentou ao vivo com projeções de Joana Linda. No Palco Carlos Paredes, na Igreja de S. Sebastião, ansiamos por ouvir os mundos que Manuel Dordio carrega nos acordes da guitarra.