Durante o BONS SONS, os visitantes poderão conhecer todas as propostas submetidas a concurso, incluindo os 3 primeiros classificados e as 7 menções honrosas atribuídas pelo júri, numa exposição dedicada ao concurso, na sede do SCOCS.
Edição: 2016
Branko
É o nome fundamental do trajecto de Buraka Som Sistema e de Enchufada, editora que fundou há uma década. Produtor, editor, músico, DJ e aglutinador de vários pólos musicais espalhados pelo mundo, Branko lançou o seu álbum “Atlas” em 2015, depois de residências na BBC Radio 1 e na Antena 3, e de ter criado os webisódios “Atlas Unfolded”, numa viagem única, criativa e inspiradora.
Keep Razors Sharp
Keep Razors Sharp são Afonso (Sean Riley & The Slowriders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Pernas de Alicate, entre outros). Com uma sonoridade entre o psicadelismo, o shoegaze e o pós-rock, os dois singles de estreia “I See Your Face” e “9th” tornaram-se sucessos radiofónicos do álbum de estreia homónimo.
Carminho
Filha de fadista, Carminho passou a infância rodeada de ícones da música portuguesa. Tem tido os seus sucessivos álbuns em lugares de destaque nas tabelas de vendas nacionais e internacionais. Dona de uma voz inconfundível, busca continuamente novas sonoridades que a levam a inúmeras colaborações com outros artistas como Pablo Alborán, Milton Nascimento, Chico Buarque e Marisa Monte. O seu mais recente disco “Canto” é uma das maiores surpresas no panorama do fado e confirma o futuro do seu sucesso.
White Haus
João Vieira iniciou a sua carreira em Londres nos finais dos anos 90, onde trabalhou como DJ, músico e promotor de clubes. Já em Portugal, fundou os X-Wife, banda de que é vocalista, guitarrista e produtor. Como DJ Kitten reescreveu a cena clubbing nacional. Sob o alter-ego White Haus, João Vieira deu início à composição e produção electrónicas. O resultado deste processo foi a edição de um EP em 2013 e do álbum de estreia em 2014. Tendo já percorrido o país em vários espectáculos, o projecto apresenta-se ao vivo como banda de 4 elementos.
Fandango
São precisos dois para dançar o Fandango. Gabriel Gomes (Sétima Legião, Madredeus) e Luís Varatojo (Peste&Sida, A Naifa) há muito que se cruzam pelos palcos da música nacional. Ambos têm perseguido um objectivo comum: criar propostas artísticas a partir de referências da música de raiz portuguesa, livres de condicionantes estilísticas e de imposições comerciais. Este Fandango explora as sonoridades dos seus instrumentos principais – o acordeão e a guitarra portuguesa – num contexto onde a electrónica comanda a acção e apela à dança.
Dotorado Pro
“African Scream” foi o tema que colocou os focos em cima de Dotorado Pro, um dos nomes mais recentes do selo português. Misto de afrohouse com uma sonoridade progressiva, apresenta uma nova faceta da missão da global dance music, intimamente associada à Enchufada.
Rastronaut
Rastronaut, nome civil João Silva, é um dos porta-estandarte dos “graves gordos” que definem a global dance music, partindo de Lisboa, atraindo para a sua galáxia influências africanas, brasileiras e latinas e gravitando pelo universo. Em Londres, por exemplo, destacou-se no XOYO club, no âmbito das Hard Ass Sessions. DJ e produtor, Rastronaut encarna em pleno a missão da Enchufada: incendiar as pistas de dança com o bass mais global e inclusivo.
Diego Armés
Desde sempre afecto ao rock alternativo, e seguindo referências que marcaram o indie-rock dos anos 90, fez parte de Feromona desde a fundação até ao último concerto, e hoje em dia é guitarrista e vocalista dos Chibazqui, dos quais também é fundador. As actuações a solo são como pequenas fugas a um quotidiano vivido habitualmente em banda. É nessas raras aparições que as canções tresmalhadas são chamadas ao palco e, apoiadas numa guitarra acústica frágil e solitária, surgem perante o público num registo que pede o silêncio dos presentes e o sossego em redor.
FLAK
FLAK (João Pires de Campos) é um músico com longa carreira ligada a grupos como Rádio Macau e Micro Audio Waves. Na voz e guitarra, FLAK apresenta um espectáculo acompanhado por Zé Guilherme Vasconcelos Dias (teclas, sintetizadores e voz) com músicas que abrangem as diversas fases do seu percurso, incluindo temas seus a solo, outros para os quais contribuiu com o seu talento e algumas composições novas.