Talvez conheças alguns: o “Trivial Pursuit”, o “Monopólio”, o “Xadrez”, o “Dominó”, talvez até o “Jogo da Glória”. Mas não é disso que se trata!
Actualmente, existem milhares de jogos no mercado e todos os anos surgem novos lançamentos. Verdadeiras peças de coleccionador, o seu design é pensado para os vários tipos de jogadores, desde os que não querem dedicar muito tempo a aprender ou a jogar, aos mais aficionados que gostam de passar horas a jogar.
Há um jogo com um Panda que come bambu e um Jardineiro que o faz crescer; outro em que se usam dados para construir edifícios; outro de intriga e engano, em que os jogadores assumem papéis de personagens e tentam perturbar os restantes com acções traiçoeiras; outro ainda para construir a maior rede de linhas de comboio… Ficaste curioso? Vem experimentar jogos que nunca imaginaste existirem.
Um programa destinado a crianças dos 0 aos 5 anos e respectivos pais.
A participação está sujeita a inscrição prévia que pode ser efectuada a partir de dia 11 de Agosto, no Posto de Informação do Festival BONS SONS, em Cem Soldos.
Um atelier de música tradicional portuguesa que termina num mini concerto para os pais.
Mediante inscrição diária, qualquer pessoa ou agrupamento pode mostrar o seu talento. O Festival disponibiliza gratuitamente o palco, as condições técnicas e a possibilidade de tocar para um número considerável de pessoas.
Este palco é uma oportunidade única para projectos originais se estrearem, testarem a receptividade do público e de agentes mas, sobretudo, para celebrar a música, num ambiente festivo e descontraído.
Aqui as músicas são para todos e o Palco Garagem é de quem o apanhar.
Sílvio Rosado, músico, e Tiago Pereira, documentarista, criam uma performance audiovisual a partir das gravações de práticas musicais ou ambientes sonoros de um determinado local. Construindo, por um lado, um arquivo vivo de documentos de uma música/ sonoridade identitária local, que pode ser consultado e que mantém a memória viva, e, por outro lado, a desconstrução desse mesmo arquivo/ memória, permitindo que a comunidade se reveja e se questione, criando, ao mesmo tempo, um espaço lúdico de fruição onde se pode dançar a memória ou seguir uma história.
“Conversa ao Correr das Músicas” inaugura um novo ciclo programático no Auditório, com músicas intercaladas por conversas conduzidas por Soraia Simões.
Estas tardes proporcionarão uma interacção próxima entre público e artista, através da partilha de histórias e da troca de experiências, ao sabor dos temas que o autor vai oferecendo à audiência. Às canções interpretadas juntam-se o percurso de cada músico convidado e os temas, as versões e as noções musicais que se escondem por trás de algumas das suas criações.
João Marcelo é o cantautor lisboeta por trás de Éme mas é rodeado de amigos que trabalha bem. Se na instrumentalização conta com outros membros na bateria, no baixo eléctrico e nas teclas, na produção a influência de B Fachada é determinante: “É mais uma questão de moldar as canções àquilo que eu sou”.
Durante a tarde, o BONS SONS apresenta as já habituais sessões de curtas-metragens de países de língua oficial portuguesa que compõem o acervo do “Curtas em Flagrante MMXV”. Esta mostra apresentará no BONS SONS os melhores trabalhos de 2015, provenientes do universo lusófono.
Depois de 4 anos em Londres, voltou para o Alentejo e perdeu o Walter que lhe precedia o nome. Escreve agora em português e canta o seu passado: memórias das colónias onde esteve o pai, filmes de super 8, aceleradelas na marginal, o Porto da mãe e histórias à mesa. Benjamim é um pós-modernista e a sua identidade está espalhada por todo o lado.
Este quarteto formado por contrabaixo, violoncelo, ukulele, guitarra e vozes, compõe música para poemas de cariz erótico e satírico, de autores portugueses. A sua música procura criar universos desconcertantes e transgressores, enquadrados na respeitável tradição nacional da poesia dita brejeira ou burlesca.