Luís Antero

O conceito de “Concerto Para Olhos Vendados” parte da premissa de que muitas vezes paramos para ver mas raramente o fazemos para ouvir. Com recurso a gravações sonoras de campo, constrói-se uma paisagem sonora ao vivo, convidando o público a vendar os olhos e a redescobrir o universo sonoro quotidiano e sua (eventual) ligação com a memória.

Sopa de Pedra

Sopa de Pedra são um grupo dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional que surgiu, no Porto, em 2012, graças a dez jovens de várias proveniências musicais e artísticas. Emprestando o rigor artístico à música tradicional portuguesa, procuram avivar-lhe a frescura através de novas harmonizações e arranjos polifónicos que exploram a sua complexidade, riqueza e profundidade. Querem, assim, mantê-la viva e interessante para as novas gerações.

Ermo

Motivados pela vontade de desenvolver uma sonoridade ímpar, trazem à mistura, ecos do imaginário português, a música tradicional que dele advém e a electrónica marcadamente influenciada pela arte feita em Braga durante os anos 80.

Campaniça Trio

Constituído por tocadores originários da região alentejana de Castro Verde, este trio está apostado em apresentar ao público o mais genuíno repertório de Viola Campaniça bem como a mestria do toque desta peculiar viola de arame. Pedro Mestre é o mentor e a acompanhá-lo está o dedilhar de David Pereira e a voz de José Diogo Bento.

A Presença das Formigas

A música portuguesa mantém-se enquanto linha condutora da qual nascem composições plenas de originalidade e invenção. Ao vivo, as “Formigas”, laboriosas e talentosas, fazem uso da sua variedade de timbre e de estilo, para criar um espectáculo único, onde a sua alegria e humor contagiantes criam momentos inesquecíveis.

Memória de Peixe

Miguel Nicolau (Guitarra) e Marco Franco (Bateria) formaram a banda em 2010. A curta memória (de peixe) é evocada nos seus loops de 8 segundos com que constroem a música que oscila entre a estrutura original e o espaço para o improviso.

António Chaínho

Corriam os anos sessenta e António Chainho, alentejano e no vigor dos vinte anos, logo demonstrou o seu virtuosismo na guitarra. Ela seria a sua noiva para o resto da vida. Com a modéstia que é reconhecida aos grandes, chama os maiores artistas para consigo partilhar a música. A acompanhar vozes do fado, a dividir o palco com outros virtuosos da guitarra, a emprestar a sonoridade inconfundível das 12 cordas a outras sonoridades do mundo, o Mestre António Chaínho é incansável na reinvenção da guitarra portuguesa. Sempre pronto a apostar nos novos valores, continua a surpreender.

Os Capitães da Areia

São quatro os capitães aos comandos deste pop de bater com o pé. “A Viagem dos Capitães da Areia a bordo do Apolo 70” marca o regresso dos Capitães da Areia que continuarão a insistir nos ténis brancos para os passeios na Avenida de Roma.

Galandum Galundaina

Este grupo de música tradicional mirandesa foi criado com o objectivo de recolher, investigar e divulgar o património musical, as danças e a língua das terras de Miranda. Estabelecem a ligação perfeita entre a antiga geração de músicos e a geração mais jovem e asseguram a continuidade da rica tradição cultural desta região, que durante anos correu o risco de se perder. Cada concerto é um verdadeiro festim de intensa celebração.

DJ Megafone

Luís Varatojo (músico de A Naifa, Peste&Sida, Despe e Siga e Linha da Frente) e Ricardo Alexandre (jornalista) são dois dos elementos da Associação Megafone 5. Enquanto DJ Megafone irão evocar o trabalho de Aguardela nos álbuns Megafone, intercruzando com outras músicas, influências, raízes e futuros da criação portuguesa.