Chão da Feira

No Chão da Feira misturam-se raízes portuguesas com sonoridades do mundo. Aqui coexistem a tradição e a modernidade, o orgânico e o mecânico, o sagrado e o profano. Falam de flores, armas e amor. O disco “Das Tripas Coração”, de 2015, é o primeiro registo de um projecto apaixonado e visceral, tão livre e profundo como o corpo e o coração das mulheres que lhe dão vida.

Minta & The Brook Trout

Francisca Cortesão, ou Minta, e Mariana Ricardo, como Brook Trout, são duas vozes a que se junta uma guitarra, um ukulele e uma percussão extremamente portátil. Vivem em Lisboa apesar de saltitarem pelo mundo. O seu álbum de 2012, “Olympia”, foi considerado pela revista Blitz e pela rádio Radar um dos melhores do ano. Em 2015 vamos ter o terceiro.

Sequin

A voz de Ana Miró, na sua primeira aventura a solo, é o grande destaque para um som fresco, que agarra nas duas mãos as entranhas da pop e da electro. Leva-nos por caminhos de mistério, de sensualidade e de exotismo. Penelope marca a estreia da cantautora nascida em Évora, um resultado sólido do seu talento natural enquanto compositora.

Hitchpop

Hitchpop é um jazz-suspense à moda do realizador com (quase) o mesmo nome. Junta 3 músicos do Porto a desembrulhar canções e improvisos, dois proeminentes novos valores do Jazz – Marcos Cavaleiro, João Guimarães – e um activo do rock nacional – Miguel Ramos (Mesa, Supernada, Jorge Palma, NACO).

OCO

Atmosferas psicadélicas envolvem sons orgânicos. Os OCO têm criado sonoridades experimentais, ritualistas e intemporais dos quatro cantos do mundo. Em 2014 comemoraram 10 anos de existência numa expedição sonora que une o ancestral e o moderno, o Ocidente e o Oriente.

Criatura

De gestação alentejana não se furta aos códigos das planícies do tejo, das montanhas beirãs, do mar do algarve. A criatura de Edgar Valente ganha forma em palco com 11 músicos, ainda mais os convidados, como o cante alentejano ou a percussão de Rui Júnior. Juntam-se porque são a consciência de todo um povo que tem algo a cantar. A criatura é Portuguesa, com certeza.

Carlão

A solo escreveu um disco com as tripas de fora. Fica no ponto de contenção dos próprios beats, contagiantes mas pouco óbvios, mesmo quando o Branko arrisca o flirt descarado com a sobreexposta quizomba. Este Carlão Junta a ternura com as tremuras dos 40 mas não precisa desse número para nada porque é o mesmo puto de sempre.

Clã

Em 1992, Hélder Gonçalves juntou “o” Clã ao imaginário pop português. O seu estilo inconfundível encontra expressão na magnética voz de Manuela Azevedo. Criando pontes com diferentes meios criativos, cruzam a música com outras linguagens artísticas. Reconhecidos pela excelência das suas apresentações ao vivo,o palco é o seu elemento natural.

Salto

Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro, juntos desde 2006, precisavam de um nome orelhudo para a sua sonoridade electrizante. Foi Salto que deram. “Deixar Cair” marcou a pop moderna nacional e na juventude do segundo álbum preparam-se para dar outro… vocês sabem.

Salto + DJ Set

Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro, juntos desde 2006, precisavam de um nome orelhudo para a sua sonoridade electrizante. Foi Salto que deram. “Deixar Cair” marcou a pop moderna nacional e na juventude do segundo álbum preparam-se para dar outro… vocês sabem.