O Bicho do Mato nasceu em 2011, quando quatro músicos se juntaram a convite da MPAGDP para gravar alguns temas originais. Com uma sonoridade distinta entre a música tradicional, o rock, o folk e a world music, apresentam canções melódicas e acessíveis que contrastam com a crueza das palavras, atentas e aplicadas num cantar de intervenção mais humano que político.
Tipologia: Cartaz
Eduardo Raon
É também de electrónica que a sua harpa é feita. Eduardo utiliza a harpa, o daxophone, computador e vídeo para uma performance sobre ações impulsivas, gestos involuntários, actuações irrefletidas, atitudes imponderadas e ruídos pouco conscientes. Radicado em Liubliana está habituado a não ter os dois pés num mesmo chão.
Chão da Feira
No Chão da Feira misturam-se raízes portuguesas com sonoridades do mundo. Aqui coexistem a tradição e a modernidade, o orgânico e o mecânico, o sagrado e o profano. Falam de flores, armas e amor. O disco “Das Tripas Coração”, de 2015, é o primeiro registo de um projecto apaixonado e visceral, tão livre e profundo como o corpo e o coração das mulheres que lhe dão vida.
Minta & The Brook Trout
Francisca Cortesão, ou Minta, e Mariana Ricardo, como Brook Trout, são duas vozes a que se junta uma guitarra, um ukulele e uma percussão extremamente portátil. Vivem em Lisboa apesar de saltitarem pelo mundo. O seu álbum de 2012, “Olympia”, foi considerado pela revista Blitz e pela rádio Radar um dos melhores do ano. Em 2015 vamos ter o terceiro.
Sequin
A voz de Ana Miró, na sua primeira aventura a solo, é o grande destaque para um som fresco, que agarra nas duas mãos as entranhas da pop e da electro. Leva-nos por caminhos de mistério, de sensualidade e de exotismo. Penelope marca a estreia da cantautora nascida em Évora, um resultado sólido do seu talento natural enquanto compositora.
Hitchpop
Hitchpop é um jazz-suspense à moda do realizador com (quase) o mesmo nome. Junta 3 músicos do Porto a desembrulhar canções e improvisos, dois proeminentes novos valores do Jazz – Marcos Cavaleiro, João Guimarães – e um activo do rock nacional – Miguel Ramos (Mesa, Supernada, Jorge Palma, NACO).
OCO
Atmosferas psicadélicas envolvem sons orgânicos. Os OCO têm criado sonoridades experimentais, ritualistas e intemporais dos quatro cantos do mundo. Em 2014 comemoraram 10 anos de existência numa expedição sonora que une o ancestral e o moderno, o Ocidente e o Oriente.
Criatura
De gestação alentejana não se furta aos códigos das planícies do tejo, das montanhas beirãs, do mar do algarve. A criatura de Edgar Valente ganha forma em palco com 11 músicos, ainda mais os convidados, como o cante alentejano ou a percussão de Rui Júnior. Juntam-se porque são a consciência de todo um povo que tem algo a cantar. A criatura é Portuguesa, com certeza.
Carlão
A solo escreveu um disco com as tripas de fora. Fica no ponto de contenção dos próprios beats, contagiantes mas pouco óbvios, mesmo quando o Branko arrisca o flirt descarado com a sobreexposta quizomba. Este Carlão Junta a ternura com as tremuras dos 40 mas não precisa desse número para nada porque é o mesmo puto de sempre.
Clã
Em 1992, Hélder Gonçalves juntou “o” Clã ao imaginário pop português. O seu estilo inconfundível encontra expressão na magnética voz de Manuela Azevedo. Criando pontes com diferentes meios criativos, cruzam a música com outras linguagens artísticas. Reconhecidos pela excelência das suas apresentações ao vivo,o palco é o seu elemento natural.