Marko i Blacky Orkestar

Banda portuguesa que toca música tradicional dos balcãs assim como músicas originais de influência balcânica. Tocam a fanfarra em qualquer lado, sempre com a energia característica deste inebriante estilo de música e com o espírito de partilha dessa energia com o público.

Lavoisier

Roberto e Patrícia influenciam-se mutuamente e captam as sensações que música lhes traz. Partilham o espírito do movimento Tropicalista, de Giacometti e de Lopes-Graça. Avançam na direcção da sua expressão musical sem medos ou preconceitos.

Anarchicks

Guitarra, Baixo, Sintetizador e Bateria somam-se a 4 vozes dissidentes que chegam para semear discórdia e inquietar os ouvidos da multidão. Disparam música em todas as direcções, sem preconceitos nem compromissos. Se a música é uma arma, elas são o gatilho! Riot Grrrl Power!

Nobody’s Bizness

Os lisboetas Nobody’s Bizness surgem da vontade de resgatar as lendas dos blues ao pó dos tempos e às estrias de velhos 78 r.p.m.. Já com 10 anos de estrada e no seu segundo álbum – “Donkey” – a sua própria criatividade traz a visão de uns blues novos, cruzados com a folk norte-americana, o jazz ou a música country.

Gisela João

O público rendeu-se à sua voz grave, forte e intensa. O fado de Gisela João é dedilhado nas palavras. O álbum homónimo editado em 2013 tornou-se num marco do fado contemporâneo e da música portuguesa.

Brass Wires Orchestra

Constituídos apenas em 2011, foram já destaque da publicação inglesa New Musical Express (NME). Esta banda de indie-folk-rock lançou, no início de 2014, o seu ansiado primeiro álbum de originais intitulado “Cornerstone”.

Samuel Úria

Devia ser cada vez mais fácil decifrá-lo. Mas não é. Samuel Úria é rebuscado, cifrado e, para dificultar a tarefa, está cheio de conteúdo para desvendar. E é assim que dá corda a si próprio, e a nós: desafia-nos constantemente para o acompanharmos na mensagem e no prazer de a decifrar. No último disco, “Carga de Ombro”, ouvimos vários momentos aparentemente opostos. Porque esse é o som de todas as complexidades. O da força e da perseverança é o grito de ar nos pulmões que impele um amigo a sair do chão, que repreende a estupidez de misturar saber com opinião, e denuncia o ridículo do medo que leva ao silêncio. E depois, o sussurrar de um segredo confessado quando nos diz que quer estar pronto a dizer “não sei”, que quer ser apenas mais um, mais um homem, vulgar e comum.

Capicua

Ana Matos Fernandes é MC militante desde 2004 e em 2012 conquistou o hip-hop nacional com a sua estreia em álbum de longa duração. Colabora em projectos com DJs e produtores de hip-hop nacionais e volta com novas palavras em 2014 no novo disco “Sereia Louca”.

Gaiteiros de Lisboa

Movimentam-se pela música tradicional e são hoje um tesouro vivo da música portuguesa. O investimento que fazem em pesquisa sonora leva-os a criar os próprios instrumentos. Combinam as vozes com percussão e sopro para projectar a identidade portuguesa para a modernidade.

Moullinex

Se existe uma característica comum em toda a boa música é a sua capacidade para esmagar fronteiras entre géneros, pistas de dança e sofás, doze polegadas e clips do Youtube. É aqui que entra Moullinex, ou Luís Clara Gomes, que se divide entre as pistas de dança de Lisboa (Lux) e Munique.