Sai de 4

Armada Guerra My Ass era o nome óbvio e chegou a estar em cima da mesa à volta da qual se juntaram para congeminar o assalto a Cem Soldos. Soava bélico o suficiente e a ocasião não exigia menos que isso. Mas um DJ set conjunto merecia uma designação mais gráfica. Mais fiel ao que vai acontecer a quem estiver na noite de encerramento do BONS SONS. Se cada um por si é o que é, e Lisboa não os deixa mentir, imaginem como será a quatro. Durante pelo menos quatro horas. Quem lá estiver “sai de quatro” e o nome tinha de ser esse.

First Breath After Coma

Com uma maturidade composicional incomum numa formação com músicos tão jovens, nunca esconderam a sua forte paixão pelo pós-rock mas não conseguem fugir ao formato de canção onde a melodia e a voz se cruzam com a intensidade própria do género que os inspira.

Sérgio Godinho

O autor, compositor e cantor, é um dos nomes incontornáveis da história da música portuguesa. Os seus poemas perduram no imaginário de gerações de portugueses e a sua voz inconfundível respira ideais de liberdade.

Amélia Muge

A sua música junta tradição e inovação, partindo da música tradicional portuguesa e africana para alcançar uma grande modernidade. É cantora, instrumentista, compositora e escritora de letras para canções portuguesas, tendo composto para cantores como Camané, Ana Moura, Pedro Moutinho, Mísia ou Gaiteiros de Lisboa.

We Trust + Banda FilArmónica Gualdim Pais

Projecto de André Tentúgal, rapidamente se tornou uma referência musical com ampla projecção nacional. O seu último registo é um disco voltado para as pessoas, um conjunto de canções que tendem a tornar a experiência ao vivo num momento intimamente partilhado, onde o público é também ele próprio voz do espectáculo. A Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, fundada em Tomar em 1877, acedeu ao desafio para participar nesta apresentação ao público.

Los Waves

Formados em Londres em 2012 por Jorge da Fonseca e José Tornada, a sua música é uma intrincada e harmoniosa fusão das suas experiências a viver em praias desertas, deambulações pela América do Sul e Oceano Índico e o ritmo actual da capital urbana. Criam a paisagem sonora com pinceladas de indie, psicadélico e étnico pop.

OrBlua

Este projecto algarvio caracteriza-se pela originalidade das composições originais e pelo carácter multi-instrumentista dos 3 músicos. Em palco utilizam cerca de 20 instrumentos desde os mais antigos, como a sanfona ou a gralha, aos étnicos como a gaita-de-foles, o bouzouki ou o adufe, aos contemporâneos como o baixo eléctrico ou o piano, até ao electrónico uso de loop station.

Tocá Rufar

O Tocá Rufar é um projecto-modelo de formação artística e cultural para a afirmação e promoção da percussão tradicional portuguesa e do instrumento bombo. O projecto distingue-se ao colocar a cultura portuguesa, o conhecimento e a arte em posição privilegiada como fonte de valor, de desenvolvimento e de contemporaneidade.

Torto

Um trio de rock (baixo, guitarra e bateria) formalmente instrumental, formalmente faminto! Sem voz, sem refrões, nem flautas, sente-se uma enorme cumplicidade entre estes rapazes que vertem nas diferentes músicas uma energia sempre original, capaz de nos embalar.

Mila Dores

Mila tem um percurso que passou pelo jazz e pela música clássica indiana. Mas encontrou a sua voz a cantar em português. As palavras que canta são da sua autoria. Cantam um misto de verdades e histórias que lhe são próprias e de todos à nossa volta.