Palco Garagem

Mediante inscrição diária, qualquer pessoa ou agrupamento pode mostrar o seu talento. O festival disponibiliza gratuitamente o palco, as condições técnicas e a possibilidade de tocar para um número considerável de pessoas.

Este palco é uma oportunidade única para projetos originais se estrearem, testarem a recetividade do público e de agentes mas, sobretudo, para celebrar a música, num ambiente festivo e descontraído.

Aqui as músicas são para todas as pessoas e o Palco Garagem é de quem o apanhar.

KdeiraZ

KDEIRAZ é uma peça de dança para crianças de todas as idades que utiliza da experimentação de jogos cénicos com o intuito de problematizar o uso excessivo da cadeira no nosso quotidiano. Em cena, as performers deparam-se com cadeiras comuns e fantásticas e descobrem as possibilidades de brincadeiras que cada uma pode propor. Uma peça em que a cadeira é protagonista e grande propulsora de inesgotáveis experimentações.

As Árvores Não Têm Pernas para Andar

A partir do momento em que são semeadas, as árvores permanecem sempre no mesmo sítio, a partir do qual se alimentam, se defendem e se reproduzem. Não são como as pessoas, que nascem num país e podem viajar ou até ir morar para o outro lado do planeta. E tal como a música difere de Continente para Continente, podemos encontrar árvores muito diferentes espalhadas pelo mundo: árvores que são autênticas casas, outras que movem multidões para serem admiradas, outras que produzem material que chega até à lua… Neste concerto, a pianista Joana Gama dá a conhecer estas e outras histórias sobre o mundo maravilhoso das árvores com a ajuda de um pequeno grande instrumento: o toy piano!

KRUMP Session

O KRUMP nasceu nas comunidades negras e latinas de Los Angeles nos finais de 1990. Surgiu como alternativa à guerra entre gangues e à opressão policial. Dançar tornou-se uma das formas de abstração e um modo de celebrar a vida. Em Portugal, o KRUMP surgiu entre 2006/2007 com sessões na Gare do Oriente, em Lisboa. “KRUMP Session”, de Dougie Knight, é um trabalho coreográfico que se eleva numa autêntica sessão de KRUMP, com movimentos e linguagem característicos, celebrando em palco um estilo. Uma estrutura ritualística de libertação, aceitação e resistência.

A Azenha

A Azenha é uma viagem a um sítio no Alentejo, onde viveram os escultores Jorge Vieira e Noémia Cruz, na casa onde, em tempos, D. Dinis teve uma amante. Fala de amores cósmicos e intuitivos em sítios a que pertencemos. O Rui e a Cláudia, amigos há 20 anos, casados há 10, juntaram-se para falar desse amor, na história de outros que acaba por ser também a sua. Inspirados nestas personagens, Cláudia Guerreiro pinta, cria cenários de cor e papel e movimenta luz num vidro, que é filmado e projetado. A guitarra do Rui Carvalho é a voz da história. Tudo em tempo real.

A Música dá Trabalho

Quem faz o quê antes da música nos chegar aos ouvidos? A Música dá Trabalho é um projeto da Omnichord que partiu de um livro, de Hugo Ferreira e Patrícia Martins, com 22 profissões do setor da música. Em 2021, começou por levar às escolas um projeto musical com ligações à região, dando a conhecer todas as etapas da realização de um espetáculo de música. Por iniciativa de vários municípios e produtores, A Música Dá Trabalho passou a visitar outros territórios, festivais e salas de espetáculos. Este ano vai a Cem Soldos.

Na primeira parte da atividade são montadas cinco estações de trabalho representativas de profissões como o compositor, a editora, o realizador de vídeo, o técnico de som ou o técnico de luz e à medida que o grupo passa, vai experimentando essas profissões sempre acompanhados de um profissional da área.

No final, há um pequeno showcase de músicos de diferentes projetos da Omnichord que tocam versões da discografia, num espetáculo didático e interativo com o público presente.

Quis Saber Quem Sou

Quis Saber Quem Sou — Um Concerto Teatral, de Pedro Penim, revisita as canções da revolução, as palavras de ordem, as cantigas que são armas, mas também as histórias pessoais das gerações que fizeram o 25 de Abril, trazendo para o palco jovens atores/cantores e colocando nas suas vozes e nos seus corpos a memória das palavras da liberdade.

Após estreia em Lisboa, e depois de várias apresentações em Aveiro, Porto e Loulé, Quis saber quem sou – um concerto teatral chega agora a Cem Soldos e ao Festival Bons Sons.

Esta apresentação especial privilegia a dimensão musical da criação, dirigida por Filipe Sambado, dando destaque à visão pessoal de Pedro Penim sobre um cancioneiro de teor político e de protesto, dos séculos XX e XXI. José Mário Branco, José Afonso, Fausto, GAC – Vozes na Luta, Ermelinda Duarte, B Fachada, Elis Regina, Woody Guthrie e Os Tubarões são alguns dos nomes nacionais e estrangeiros invocados nesta criação.

Palco Garagem

Mediante inscrição diária, qualquer pessoa ou agrupamento pode mostrar o seu talento. O festival disponibiliza gratuitamente o palco, as condições técnicas e a possibilidade de tocar para um número considerável de pessoas.

Este palco é uma oportunidade única para projetos originais se estrearem, testarem a recetividade do público e de agentes mas, sobretudo, para celebrar a música, num ambiente festivo e descontraído.

Aqui as músicas são para todas as pessoas e o Palco Garagem é de quem o apanhar.

Contos e Lenga Lendas

Uma série de concertos e gravações para todas as idades. Concertos para violino e contos cantados. Melodias, cantigas e lenga lendas criadas a partir dos muitos mundos de Dionísio. Cada peça um conto, cada conto uma história para um corpo que se quer vivo. E para cada história surgem canções, sinfonias e sons para um violino que bebe de uma música clássica que não quer ser antiga, da música tradicional um pouco de todo o mundo e de um jazz quase esquecido: inspirado na ideia do solo, do solista e das histórias que se contam quando não há rede. Contos em malabarismo e histórias que aparecem, sempre, quando menos se espera.

Música para Crianças e Bebés

Sessões para bebés e crianças, desde recém-nascidos aos 5 anos, onde professores, em conjunto com instrumentistas, proporcionam um ambiente musical variado, onde bebés e crianças são estimuladas a ouvir, a cantar, a improvisar e a utilizar a sua percussão corporal em diferentes modos e métricas variadas. Participam alunos da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais e do Conservatório de Artes Canto Firme, de Tomar.