Forol
Forol encontra o seu habitat em domínios estéticos introspetivos, numa orla que percorre todo o espectro sonoro com um balanço muito próprio, propenso a elevar espíritos a uma atmosfera criada desde o pulsar da primeira nota. A sua afeição pelo ritmo vê-se obrigada a emergir na intrincada harmonia tonal que conecta cada impulso ao longo das suas peças. Experimentalismo à flor da pele, fazendo sobressair subtis referências a Thom Yorke, James Blake ou Bjork.